#PPKids – Bebê nasce na primeira classe da Air France em pleno voo

Notícias PP Kids 20

Por Fábio Vilela

Pasmem! Em pleno voo de Paris para Nova York aconteceu o inesperado, nasceu um bebê com 7 meses de gestação em um parto feito por um urologista! Sabe-se que pode acontecer inúmeras situações dentro de um avião, entretanto, um nascimento como este é no mínimo inusitado né non?

Foto: clevelandclinic.org

Tudo começou quando a passageira Toyin Ogundipe, bancária nigeriana de 41 anos começou a sentir fortes dores nas costas. Logo um comissário anunciou se havia algum médico a bordo, eis que o Dr. Hemal que estava vendo um filme e tomando uma taça de champanhe, pronto para descansar, se propõe a ajuda. E milagrosamente, ao seu lado, estava uma pediatra Dr. Susan Shepherd, que logo se prontificou para auxiliar também.

Foto: clevelandclinic.org

Toyin Ogundipe entrou em trabalho de parto  quando a aeronave contornava a costa sul da Groenlândia. E para um pouso de emergência nas Ilhas dos Açores, na base militar dos E.U.A  demoraria 2 horas, entretanto, o Dr. pediu para que continuassem para Aeroporto Internacional JFK, mesmo sendo a 4 horas de distância, estava seguro de si, já que monitorava junto a pediatra a Toyin e suas contrações.

Todos foram transferidos para a primeira classe, já que estava praticamente vazia; e mesmo em trabalho de parto a mãe conseguiu brincar “Meu upgrade para First!” disse rindo. Após 1 hora de trabalho de parto, o bebê nasce com a ajuda do Dr. Hemal que só havia visto 7 partos na época da faculdade. O médico teve que manter a calma “Eu apenas tentei pensar no que pode dar errado e criar uma solução criativa”, explicou.

Foto: clevelandclinic.org

O menino Jake nasceu a 10 mil metros de altitude, num parto improvisado com uma corda para amarrar o cordão umbilical e braçadeira cirúrgica para tirar a placenta. Quando pousaram mãe e filhos, a filha de 4 anos de Toyin também estava na aeronave, foram para o Centro Médico Hospitalar de Jamaica, um bairro de NY.

Felizmente todos passam bem, e a mãe acredita que o parto foi melhor do que se fosse num hospital! Dr. Hemal seguiu sua viagem, ganhou um voucher da Air France e uma garrafa de champanhe, merecido! Como a criança nasceu em espaço aéreo americano, ela é oficialmente um cidadão dos Estados Unidos.

Houve um caso parecido em que a criança ganhou um voucher vitalício de viagens para o resto de sua vida – será que a Air France irá se pronunciar?

20 respostas para “#PPKids – Bebê nasce na primeira classe da Air France em pleno voo”

  1. Josmar disse:

    Essa história me fez me lembrar de outra história recente!
    Não lembro se foi uma coreana (ou seria chinesa?) deu a luz em espaço aéreo americano, mas a mãe foi presa e deportada por ter dado a luz em voo… e o bebe teve cidadania americana… Não lembro ao certo a história e os motivos, mas qual será que foi a diferença daquela para esta da nigeriana???

  2. SILVIO CARNEIRO disse:

    Se fosse num voo da GOL, o médico ia ganhar um Club Smiles 1000, válido por um ano e uma barrinha de cereais…

  3. Lucas disse:

    Se nasceu voando, qual a nacionalidade do bebê?

    • Polyana disse:

      ”Como a criança nasceu em espaço aéreo americano, ela é oficialmente um cidadão dos Estados Unidos.”

    • Rodrigo disse:

      Lucas, o bebê é americano porque a aeronave é comercial e estava no espaço aéreo americano. Se fosse uma aeronave militar francesa, não importa onde estivesse, o bebê seria francês. A menos que, por exemplo, a mãe fosse italiana. Aí ele seria americano e italiano, numa aeronave comercial, francês e italiano numa aeronave militar. Como a matéria não aborda o critério adotado pela Nigéria, o bebê é pelo menos americano. Será desde já nigeriano se o critério for sanguíneo e não territorial. Capisce?

  4. Henry disse:

    Legal essa história…
    Eu estava achando estranho o urologista fazer o parto, já que tinha uma pediatra junto com ele..
    Mas.. veja a situação: para a mãe do bebê, o parto com 7 ou 9 meses é praticamente igual.. em princípio, ela não requeria maiores atenções, a não ser a normal de um parto..
    Já a criança, ia nascer com 7 meses.. e, esta sim, precisaria, em tese, de cuidados especiais e especializados.. e ela teve: uma pediatra..
    Nos partos em hospitais, a obstetra faz o parto e a pediatra faz a chamada “sala de parto” que é o atendimento ao bebê..
    Maravilha…engraçado que não vi esta notícia em nenhum outro site especializado..
    Legal por postar… não só de milhas, viagens nós vivemos..
    Estes momentos humanos são importantes para nos dar incentivo de termos fé de que tudo vai dar certo…

  5. Carlos disse:

    Alguém me conta como é que uma mulher praticamente dando à luz consegue embarcar? Toda vez que minha esposa grávida tentava embarcar era uma aporrinhação, carta do médico e tudo o mais, e mesmo com tudo isso tinha um limite de semanas…

  6. Edgar disse:

    So não entendi porque de JFK foram para o Centro Hospitalar da Jamaica rs rs rs

  7. Augusto disse:

    Muito legal a história, que bom que não houve qualquer complicação… Eu imaginava que a nacionalidade da criança seria a da “embarcação” como ocorria antigamente em navios, curioso isso… Vamos combinar, que médico… 😉

  8. mauricio disse:

    já fiz 3 atendimentos em vôo, um na tam, avianca e copa… nem um muito obrigado… kkkkkkkkkkkkkkk

    • SAMIR SAMAAN FILHO disse:

      Realmente uma vergonha. Alegam que “está no juramento”. Um absurdo pq, salva raríssimas exceções, nenhum médico está trabalhando enquanto se encontra no avião.
      Parabéns à Air France

      • Osvaldo disse:

        Já fiz alguns , também .
        Lembro de um, faz muito tempo na extinta Varig, aquela companhia em que os funcionários se achavam mais importantes que os passageiros , depois de passar um bom tempo da viagem com a passageira doente , pedi pra tripulação uma mochila do variguinho para o meu filho . alegaram que já haviam lacrado os trolleys e não me deram , ainda me fizeram preencher um relatório sobre o atendimento e a companhia entraria em contato comigo . Claro que não entraram em contato , nem pra agradecer .
        A lufthansa , tem o programa Doctors on Board , que eu saiba é a única que se preocupa com isso .

        • Max disse:

          Já atendi uma gestante na Qatar, um voo de Doha pra Guarulhos. Eu estava “meio” bebado e só fui no 3o chamado, pq nao tinha nenhum outro médico nem qualquer outro profissional de saúde… Tive até que pegar acesso venoso e fazer medicação para dor e vômitosna veia da paciente.
          Tive que preencher relatorio em portugues, relatorio em ingles, fazer contato com o médico da base da Qatar… Na saída, nenhum “obrigado”… Perdi 2h de sono na business. O fato não é trabalhar de graça, e sim pagar pra trabalhar, já que meu bilhete foi muito bem pago.
          Ficou a lição, de pensar 100x antes de ir nas proximas vezes,pois em um minimo erro (como tentativas sucessivas de punçaõ venosa da paceinte) você pode ser processedado. mesmo que se ganhe o processo, vai no minimo ter que pgar advogado por ter tentado ajudar alguem. Bem triste isso.

        • Keyllon disse:

          “Varig, aquela companhia em que os funcionários se achavam mais importantes que os passageiros” ONDE EU ASSINO, CARIMBO E DOU LIKE??? Resumiu TUDO!!!

          • Marcos Elias disse:

            A Aeronave enquanto em vôo é vista como território do país de origem da cia aérea.
            Não sei se a criança será considerada Estadunidense.

Deixe uma resposta

Tudo sobre Programas de Fidelidade
As melhores avaliações de cabines de Primeira Classe e Classe Executiva do mundo
Luxuosas suítes de hotéis