Delta encerra 2015 com lucro histórico de U$5,9 bilhões

A Delta Air Lines anunciou hoje seus resultados financeiros para o trimestre finalizado em dezembro de 2015, incluindo o lucro bruto ajustado de US$ 1,45 bilhão, um aumento de US$ 430 milhões em comparação com o mesmo período do ano anterior. O lucro líquido ajustado foi de US$ 926 milhões ou US$ 1,18 por ação diluída, valor 51% maior do que o do trimestre encerrado em dezembro de 2014.

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“Nosso desempenho em 2015 foi um recorde para a Delta em todos os setores, com desempenho operacional líder na indústria, alto nível de satisfação do cliente e um lucro bruto ajustado de US$ 5,9 bilhões. Estes resultados mostram o compromisso dos funcionários da Delta em operarem a melhor companhia aérea do mundo todos os dias. É uma honra recompensá-los por seu desempenho com US$ 1,5 bilhão em participação nos lucros para o ano”, disse Richard Anderson, CEO da Delta. “Quando olhamos para 2016, temos uma oportunidade significativa para melhorar ainda mais o nosso desempenho. Com mais de US$ 3 bilhões em economias potenciais por conta dos preços de combustível mais baixos e diversas iniciativas comerciais, operacionais e de custos já existentes, estamos em uma posição única entre as empresas do índice S&P Industrials para aumentar os lucros, margens e fluxos de caixa neste ano, apesar dos desafios econômicos globais. ”

Ambiente da Receita

A receita operacional da Delta para o quarto trimestre diminuiu 2% ou US$ 145 milhões, por conta dos US$ 160 milhões em pressões sofridas por moedas estrangeiras. A receita unitária por passageiro caiu 1,6%, o que inclui aproximadamente 2 pontos do impacto de moedas estrangeiras.

“O sucesso das ações em nossa rede e iniciativas comerciais em 2015 permitiu que aumentássemos nosso limite superior e nossa receita unitária premium à indústria, ao mesmo tempo que superamos quase US$ 700 milhões em pressões sofridas por moedas estrangeiras”, disse Ed Bastian, presidente da Delta. “Olhando para o futuro, o ambiente geral de demanda permanece sólido. A amplitude da dimensão de nossa rede permite que concentremos nossos esforços comerciais sobre as áreas da empresa com melhores oportunidades, como o mercado doméstico, enquanto reduzimos a nossa exposição em algumas regiões internacionais mais fracas. Enquanto esperamos que a instabilidade internacional e as pressões de moedas estrangeiras resultem em quedas de receitas unitárias de 2,5% a 4,5% no segundo trimestre, devemos ver mais de 10 pontos de melhoria da margem por conta da nossa capacidade de disciplina diante de um declínio de mais de 50% nos preços dos combustíveis.”