Deveriam as salas vip’s limitar o acesso para manter a qualidade dos serviços?

Na última semana eu passei 30x durante 5 dias (fazendo minha maratona de vôos GOL) por alguns dos principais aeroportos do país e como vocês devem imaginar fiquei bastante tempo nas salas vip’s e constatei algo que queria compartilhar e até trocar a idéia com vocês.

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Há determinados horários que as salas do Bradesco Cartões Lounge nos aeroportos de Congonhas-SP e Santos Dumont-RJ ficam praticamente impossíveis de entrar – há pessoas literalmente saindo pelas janelas, sem lugar de sentar, buffet desfalcado, bagunça nas mesas, wifi inoperante, ar condicionado não dando conta do recado, enfim,  literalmente um caos.

O que eu reparei é que não há de forma alguma um controle limitando o acesso quando a sala atinge sua “capacidade” máxima de visitantes – o que acaba prejudicando não só a qualidade do serviço mas também a tranquilidade do ambiente.

Não sei se controlar o número de clientes seria viável para a administração do lounge afinal quem está pagando anuidade dos cartões de crédito não escolhe a hora de embarcar e com certeza quer usufruir da sala vip em qualquer momento. Há um outro fator também que é a falta de espaço útil que alguns aeroportos tem aqui no Brasil para que estas salas possam ser ampliadas e claro, sem mencionar o preço astronômico que a Infraero ou administradoras devem cobrar pelo m2.

Porém eu vejo um paradoxo neste cenário – afinal durante estes horários de pico – a sala que era para ser VIP – perde total seu sentido, concordam? Então é uma situação bastante complicada e delicada.

Eu citei as salas do Bradesco pois foram as que eu utilizei na última semana, mas isto ocorre em outros lugares e em outros países também – foi só um exemplo.

Qual a opinião de vocês?