Guarulhos duplica área de embarque internacional

Parece que as obras em Guarulhos estão a todo vapor, cada dia que passa temos mais nóticias de novos “puxadinhos” para poder solucionar em caráter de urgência o superlotamento do aeroporto.

Li esta notícia no portal Exame (créditos da reportagem para o Portal)

“São Paulo – Com as obras do Terminal 4 atrasadas, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, também conhecido como Cumbica, ampliou o setor de embarque internacional de passageiros para suportar o movimento de fim de ano. Nos Terminais 1 e 2, a área duplicou de tamanho – de 1.290 metros quadrados para 2.660 metros quadrados. Na checagem de passaportes – um dos inúmeros gargalos do aeroporto -, o número de balcões de atendimento da Polícia Federal cresceu de 26 para 40, divididos entre os dois terminais (20 em cada).

As obras de ampliação estão em andamento desde novembro do ano passado e a reforma ficou pronta no começo desta semana. O embarque doméstico nos Terminais 1 e 2 foi ampliado: a área física passou de 740 metros quadrados para 1.045 metros quadrados. As filas para inspeção de bagagens de mão também devem melhorar: os oito balcões de raio X do embarque nacional aumentaram para 13; no internacional, de 12 para 14.

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a reforma “aproveitou melhor o espaço de circulação” e foi feita em etapas, sem interdições, para “proporcionar maior fluidez e conforto para os viajantes”. Em abril, parte da reforma do Terminal 1 foi concluída; nesta semana, o restante.


As melhorias no setor de verificação de passaportes, porém, só funcionarão se as 40 posições de atendimento forem efetivamente ocupadas pela Polícia Federal. E essa é uma das inúmeras exigências feitas pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) para o período crítico de férias: que a PF ocupe todos os guichês em horário de pico e evite filas. As outras são evitar overbooking e colocar mais funcionários no check-in (por parte das empresas), diminuir o tempo de restituição de bagagens e pôr aeronaves reservas nos aeroportos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.”