Infraero implementará autodespacho de bagagens em 7 aeroportos até 2019

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Por Equipe | Passageiro de Primeira

Pessoal, a Infraero divulgou que adotará o autodespacho e o primeiro a oferecer o serviço será o aeroporto de Recife, no segundo semestre do ano.

O serviço de autodespacho (self bag drop) poderá ser feito pelos próprios passageiros em pontos que serão instalados na rede de aeroportos da Infraero. O restante dos aeroportos que irão receber o serviço são: Belém (PA),Curitiba (PR), Congonhas (SP), Goiânia (GO), Maceió (AL) e Santos Dumont (RJ) – Todos até o primeiro trimestre de 2019.

Além do autodespacho, outra medida que também será adotada é o check-in compartilhado nos terminais de autoatendimento. Os dois serviços fazem parte de um contrato de concessão comercial de 15 anos entre a Infraero e a Sita. Visando a otimização do tempo dos passageiros, o check-in será compartilhado entre diversas empresas aéreas num mesmo totem sem a necessidade dos viajantes enfrentarem fila.

Eu (Ale) já fiz autodespacho fora do Brasil. No incio fiquei um pouco inseguro, mas agora já estou craque! Não vejo problema no serviço, mas acho válido tambem ter guichês para quem tem dificuldades. O que vocês acham?

5 respostas para “Infraero implementará autodespacho de bagagens em 7 aeroportos até 2019”

  1. Schack Bauer disse:

    Se for pra acabar com as filas, pra mim quanto mais automatização melhor.

  2. Samuel disse:

    Ainda que de forma lenta, e tímida, a Estatal brasileira tem conseguido avançar bastante no que se refere a qualidade na prestação de serviços e o auto serviço é com certeza um ganho pro consumidor que poderá escolher como irá despachar sua bagagem. Atribuo essa evolução muito às concessões dos aeroportos de BSB, GIG, GRU, VCP e CNF, que deram uma dinâmica de competição antes inexistente. A Infraero recentemente conseguiu entregar 2 grandes obras de aeroportos que ficaram bem bacanas (CWB e VIX). CWB é inclusive avaliado como o melhor aeroporto do Brasil. Do outro lado temos o aeroporto de VCP sendo devolvido pela concessionária, com dividas monstruosas com fornecedores e com a União. É preciso avaliar de forma mais ampla as concessões dos novos blocos, para tentar tirar melhor proveito do corpo funcional da Infraero, treinado e capacitado e não gerar problemas maiores que os benefícios dessa próxima concessão.

  3. João Rafael Conde disse:

    Particularmente já passei pela experiência de fazer o autodespacho e minha sensação foi semelhante a sua, inicialmente ficar inseguro mas depois passei a fazer com naturalidade. No entanto, tenho algumas dúvidas sobre a eficácia dessa medida no Brasil, e essas são relacionadas aos aspectos culturais dos brasileiros em sua experiência como cliente.

    Seguindo os modelos de dimensões culturais propostos por Geert Hofstede, em sociedades onde há uma alta distância hierárquica e as relações sociais são muito valorizadas, as pessoas gostam de ter alguém que lhes possa servir, que os trate como alguém especial, diferentemente de países com baixa distância hierárquica e onde a autonomia pessoal é bem-vinda, como a Holanda, onde cada um quer demonstrar que é independente e sinta-se capaz de carregar a sua própria mala. Nesse sentido, apoio a adoção do autodespacho como medida de racionalizar os processos, mas seria essa uma medida que realmente ofereceria uma boa experiência ao cliente?

  4. Enorê Bondan Filho disse:

    Tinha que ter um bônus igual ao do check-in virtual, tipo ganhar 250 milhas TudoAzul por fazer o autodespacho. 🙂

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