#Leitor de Primeira – Viajando para Austrália e Indonésia

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Por Equipe | Passageiro de Primeira

Pessoal, hoje vamos compartilhar no #Leitor de Primeira o relato do Célio e Débora, que utilizaram as dicas do Passageiro de Primeira para fazer emissões incríveis para a Austrália a Indonésia!


Prezados amigos do Passageiro de Primeira,

Aproveitando a promoção divulgada pelo Passageiro de Primeira, em que era possível converter 100 KM DE VANTAGENS em 10.000 PONTOS MULTIPLUS, ao custo de R$ 2.690,00 (parcelado), eu e minha esposa formamos um total suficiente para se arriscar a viajar pelo mundo, aproveitando promoções na CLASSE EXECUTIVA. 

A primeira viagem que fizemos aproveitando as milhas, foi para Melbourne, na Austrália, em Julho de 2018. O voo, saindo de Guarulhos com conexão em Santiago (Chile) e Aukland (Nova Zelândia) é todo operado pela LATAM e em todos os trechos o atendimento foi muito bom e os aviões em bom estado de conservação. O avião entre o Chile e a Nova Zelândia foi o Dreamliner 787-9, que é um show a parte.

A sala VIP de Guarulhos e a de Santiago não merecem reprovações. Tudo muito limpo e organizado. Os produtos servidos também agradam bastante.

Gastamos 220 mil milhas Multiplus ida e volta, o que se tornou um ótimo negócio, porque com menos de 6 mil reais, aproveitamos uma passagem que pode passar de 15 mil.

Como ainda tínhamos milhas em estoque, tínhamos que escolher um outro ponto no Planeta para conhecer. É legal esta sensação de poder escolher sem limitações. 

Pela dificuldade da viagem, escolhemos que teria que ser outra viagem longa. Nada de Europa ou Estados Unidos.

Depois de muita pesquisa no site da LATAM, escolhemos visitar a Indonésia, agora no mês de novembro e um dos pontos que pesou para a decisão foi o fato de que dois trechos poderia ser feito com a QATAR, uma das classes executivas mais premiadas.

E assim foi: por 220 mil milhas Multiplus ida e volta, conseguimos os seguintes trechos: Guarulhos x Madri pela IBÉRIA, que possui uma classe executiva normal, nada de especial. Nem o atendimento, nem o conforto do avião (um A 330-300). A sala VIP de Madri é bem montada e atende bem o viajante cansado.

Depois de Madri, fomos para Doha, agora viajando na executiva da QATAR. Aí tudo fica diferente. Não se toma mais “espumante”, se toma “champagne”. Não se ganha uma manta. Se ganha um cobertor e um travesseiro de verdade, acompanhado de uma pijama muito simpático. O Dreamliner 787-9 era um espetáculo, especialmente porque tivemos o privilégio de utilizar a denominada “suíte lua de mel”, que são aqueles dois bancos que ficam separados dos demais, formando um ambiente privado. Acho que são as poltronas da fila 6. As refeições são servidas no horário que o passageiro escolher e o atendimento é realmente muito especial. Certamente o melhor atendimento que já tivemos em uma classe executiva.

Chegando em Doha, a sala VIP da QATAR é outro show. Além de enorme tem todos os mimos que se possa imaginar. Até sala de fumantes tem. O restaurante serve bebidas especiais e os pratos quentes são muito variados e com presença. 

Mas tinha mais: de Doha viajamos para Jacarta, também pela QATAR e também com um Dreamliner 787-9. Novamente o atendimento se repete. Tudo muito exclusivo e especial.

Depois de um dia em Jacarta, voamos para Bali, também na Indonésia, viajando com a famosa cia aérea GARUDA, também na executiva. O avião foi um A 330-200 e estava OK, mas depois de ter voado na QATAR não conseguia impressionar. A sala VIP doméstica, tanto em Jacarta, como em Bali são bastante limitadas e confusas. Muita gente e nada de grandes atrativos. O voo com a GARUDA não foi em milhas e gastamos ida e volta aproximadamente R$2.300,00 para as duas passagens.

 

Depois de dez dias, no retorno fizemos os mesmos trajetos, com as mesmas cias aéreas. A sala VIP que a QATAR usa em Jacarta (juntamente com outras cias aéreas) é pequena e pouco confortável. 

Novamente tivemos o privilégio de voar com a executiva da QATAR e quando chegamos a Madri para pegar a IBÉRIA, saímos da executiva VIP para uma executiva NORMAL. Não que a IBÉRIA seja ruim, mas comparada com a QATAR tudo fica menos bom. 

Enfim, foi tudo muito bom e até mesmo o terremoto de 5.4 na escala Richter que presenciamos em Bali conseguiu tirar nossa tranquilidade. Fez parte da aventura. Não houve danos estruturais, nem feridos. Só um susto.

Obrigado Passageiro de Primeira pelas dicas. Ainda temos algumas milhas no estoque e continuamos seguindo o site para novas promoções. Um grande abraço!

Célio e Débora


Parabéns Célio e Débora por essa emissão! Que venham muitas outras pela frente!

Também quer participar do #Leitor de Primeira? Veja aqui como você pode ter seu relato publicado em nosso site!

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