Proibição das passagens em primeira classe/executiva pode economizar R$2,5 milhões por ano aponta governo federal

Mais um capítulo sobre a proibição das passagens aéreas para autoridades federais!

O governo federal acredita que com o veto do Presidente Temer sobre o novo decreto referente a compra de passagens aéreas por membros do governo federal- que você pode conferir aqui – a economia com a nova medida economize R$2,5 milhões por ano. E também um contingenciamento de recursos para passagens e diárias que fizeram os gastos com esta verba caíssem quase R$ 1 bilhão entre 2014 (R$ 2,5 bilhões) e 2017 (R$ 1,5 bilhão).

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão emitiu uma nota, “Em 2017, especificamente, vigorou uma restrição de emissão de passagens em classe executiva e em primeira classe, constante de um dispositivo incluído na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Por esse motivo, o gasto com passagens no ano passado foi de R$ 588 milhões – sendo R$ 500 mil nas passagens emitidas na classe executiva e primeira classe”.

Vi que muitos concordaram e, outros levantaram o questionamento sobre fazer por exemplo, uma reunião após um voo de dez horas. Acho valioso conseguirmos conversar sobre, o que vocês acharam desta estimativa?

Equipe PP