Sala VIP IDW Esperanza Resort Business Lounge – Aeroporto de Vilnius (VNO)

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Por Fábio Vilela

Só para deixar explicado a ordem cronológica da viagem e vocês entenderem como cheguei até Vilnius.

  • Helsinki p/ Tallin (Estônia) – Ferryboat – Usei a empresa Viking Line
  • Tallin p/ Riga (Letônia) – Ônibus – Usei a empresa LuxExpress 
  • Riga p/ Vilnius (Lituânia) – Ônibus – Usei a empresa LuxExpress 

Confesso que fiquei surpreendido com os serviços de ônibus dentro da Europa – veículos equipados com wifi gratuito, entretenimento de bordo individual, tomadas e até máquina de café cortesia. Os dois trajetos que eu fiz duraram aproximadamente 3horas e foi super tranquilo – muito mais rápido do que se eu tivesse pegado um avião.

 

O meu último trecho entre Vilnius e Minsk era para ter sido feito de ônibus também, mas vou contar o que aconteceu. Praticamente em todos os lugares alugamos AirBnB pois estávamos em uma turma grande e ao chegar em Vilnius o proprietário do apartamento disse que não poderíamos atravessar a fronteira entre a cidade e Minsk por ônibus. Além disto mencionou que como a entrada no país só poderia ser feita via parte aérea iríamos ser mandados embora (aka deportados) se fôssemos via terrestre. Ele ainda completou que era necessário ter um seguro saúde específico para a Bielorússia e que o que tínhamos (seguro mundial) não era válido – enfim, ele tentou ser gentil mas acabou nos aterrorizando com tanto empecilho que colocou na nossa viagem.

Tentei pesquisar na internet no mesmo dia e achei muitas informações desencontradas, portanto eu vou contar o que realmente aconteceu comigo e a minha situação. Por via das dúvidas (depois de tanta pressão) compramos um vôo da Belavia já que ficamos com receio de sermos barrados na fronteira da estrada e fomos então embarcar para a Bielorússia. Nós optamos por não fazer este seguro-saúde específico e arriscamos entrar sem o mesmo já que não achei nada oficial dizendo que era obrigatório. Eu mandei email para a embaixada mas quando recebi à resposta já tinha comprado a passagem.

Enfim, fomos pro aeroporto, no check-in não pediram nosso seguro. Ah, vale lembrar que brasileiros chegando pelo aeroporto de Minsk (MSQ) podem ficar no máximo 5 dias no país sem visto.

Como o avião só tinha uma classe, usei meu Priority Pass para acessar o único lounge disponível no aeroporto – que como vocês podem imaginar é super pequeno. A sala chama IDW Esperanza Resort.

A sala não é grande e estava bem cheia. Vale lembrar que ela fica antes do controle de passaporte então salve uns minutos extras antes de embarcar.

Ela oferece o básico – sofás, poltronas, wifi gratuito e poucas seleções de snacks/bebidas no buffet.

O business center eram cabines com bancos altos.

A maioria das bebidas ficavam em cima do balcão em temperatura ambiente – tendo somente algumas geladas no freezer.

Gostei do fato da sala ter sanduíche natural, foi ótimo para pegarmos alguns e levarmos pro voo já que sabíamos que não teria serviço de bordo.

Por fim, chegou hora de embarcar – o voo saiu um pouco atrasado mas nada demais. As comissárias não eram nada simpáticas assim como todo o povo da Bielorússia – fiquei impressionado com a falta de gentileza do pessoal daquele país – não pretendo voltar mais.

Bom, chegando em Minsk antes do guichê da imigração tem um balcão enorme escrito “Seguro saúde obrigatório – compre aqui“. Eu e minha amiga conversamos entre nós e optamos por não comprar e ir direto para o controle de passaporte – caso fosse necessário era só entrar na fila de novo que não tinha praticamente ninguém.

E vocês acreditam que não pediram absolutamente NADA pra gente? O cara do AirBnb anterior fez tanto terrorismo e eu nunca vi uma imigração tão tranquila – o rapaz que nos atendeu apenas olhou o passaporte, carimbou e pronto.

A resposta que a embaixada da Bielorússia me passou confirmou o que eu já sabia – pode sim entrar no país por vias terrestres, vejam:

Bom, perrengues à parte quero novamente falar da Bielorússia – se você tiver curiosidade de ir – pense duas vezes. Primeiro que a língua é a maior barreira – praticamente NINGUÉM fala inglês e além disto eles aparentam não gostar de turistas. Tanto no hotel que nos hospedamos, no tour que fizemos (só existe um oficial e autorizado), fiquei muito impressionado com a falta de gentileza, educação, paciência, etc.

A sensação que eu tive – tanto pelas instalações do hotel e dos lugares que visitei é que estava voltando no tempo – desde os casinos, estação de trem e prédios históricos. Enfim, um dia é o suficiente para conhecer a cidade se realmente você tiver vontade – nada mais.

E vocês já foram para Minsk? Como foi a experiência?

Avaliação

Média
5.5

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