#PPKids – TAM está cobrando preço cheio de adulto para crianças viajando no colo

Notícias PP Kids 71

Por Fábio Vilela

Depois de receber alguns alertas de leitores fui pesquisar à respeito do fato da TAM estar cobrando preço cheio de adulto para crianças viajando no colo (com menos de 24 meses) em classe executiva e realmente isto está acontecendo.

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Vejamos na simulação em classe econômica – o valor é apenas 10% da passagem.

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Já para classe executiva o valor é cobrado inteiro.

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Muito estranho isto não acham? Porque cobram o valor cheio só na Business? E outra, uma criança de 9 meses não pode ir sentada em um banco sozinha – portanto não faz sentido pagar um assento que não irá utilizar.

Entrei em contato com a TAM para pedir uma resposta oficial e quando receber atualizado o post.

Atualização do post: 28/12 às 13:30

A TAM acabou de entrar em contato comigo confirmando a nova política.

A TAM informa que realizou uma alteração no modelo de cobrança seguindo as práticas de liberdade tarifária que regem o setor.

Ainda segundo a cia, esta regra vale apenas para classe executiva e toda criança de colo (até 2 anos incompletos) deverá embarcar com um bebê conforto para ser acoplado no assento.

Eles ainda não me informaram as especificações deste bebe conforto mas assim que tiver notícias posto aqui.

Atualização do post: 28/12 às 17:00

A TAM Linhas Aéreas informa que oferece um bebê conforto por voo, que deve ser solicitado no ato da reserva. Os pais também podem fazer uso de seu próprio bebê conforto, desde que homologado para o uso aeronáutico e com o devido selo de certificação. 

E aí, o que acharam desta decisão? Justa ou discriminativa?

71 respostas para “#PPKids – TAM está cobrando preço cheio de adulto para crianças viajando no colo”

  1. Andre disse:

    Vi no site da UOL falando sobre um posicionamento da anac:

    “O que diz a Anac

    De acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), órgão que regula o setor aéreo do Brasil, a legislação vigente diz que, em casos de voos internacionais, as companhias têm regras tarifárias próprias, estabelecidas no contrato de transporte e disponibilizadas pela empresa aérea no ato da compra dos bilhetes.

    Já quando se trata de voos nacionais, a tarifa para crianças com menos de dois anos não pode ser maior do que o equivalente a 10% da tarifa do adulto, desde que não ocupem assento e estejam sentados no colo de um dos passageiros.”

    Achei um absurdo, tenho um bebê de menos de 2 anos ano passado viajei pela TAM e depois pela TAP na executiva e paguei 10% da tarifa, quando fui comprar uma passagem agora pela TAM e vi este absurdo, uma total falta de respeito com cliente… não concordo com o argumento de alguns aqui que dizem que acham certo por se tratar de uma cabine com mais conforto e mais cara, e se a pessoa pagar a criança num vai do mesmo jeito, agora se fosse cabine para adultos unicamente eu fico calado, então vc paga por andar sem crianças… mas a TAM está tendo dois pesos e duas medidas com esta situação bizarra, obrigar vc pagar um assento para uma criança que em 99% dos casos irá vazio? Se trata de um transporte coletivo, quem quiser privacidade alugue um jatinho, e veja que às vezes um adulto mal educado atrapalha mais do que uma criança educada com pais sensatos!

  2. agamenon magalhaes disse:

    latam pode cobrar 2 passagens para crianças 0-24meses, sem problema, meu filho vai junto na mesma classe que nos viajarmos independente se for economy, premium economy, business ou first. lastima adoção dessa regra. ps. salve os headphones.

  3. Bruno disse:

    Fábio, tenho uma situação particular que talvez nas suas pesquisas vc tenha se deparado com a resposta. Moro na Europa e comprei duas passagens de executiva pela TAM (Brasil/Europa/Brasil) para mim e minha esposa, com um intervalo de 8 meses entre a ida e a volta. Acontece que depois de emitidas, descobrimos que minha esposa está grávida e que o bebê nascerá entre a passagens de ida e de volta. Ou seja, somos dois adultos na ida e dois adultos e um bebê na volta. E de executiva. Como fazer? Significa que terei que comprar para o bebê uma passagem ida simples (Europa/Brasil), equivalente à volta dos bilhetes inicialmente comprados para mim e minha esposa? Liguei na TAM recentemente e me disseram que bastava adicionar o bebê à passagem de um dos adultos, mas acredito que a atendente do call center não estivesse totalmente informada das novas políticas da companhia e que o processo seja mais complicado do que isso. Qualquer ajuda ou ideia será bem-vinda.
    Obrigado

    • Fábio Vilela disse:

      Nossa Bruno que situação complicada – realmente não sei como funciona neste caso já que é uma situação muito específica e atípica.
      Somente resolvendo direto com a cia aérea mesmo.

      • Fabiola disse:

        Alguém sabe se houve alguma mudança nessa política? Tirei passagem de executiva pela AA, mas voando TAM em maio para EUA. Não falaram nada, me cobraram 10% e inclusive no bilhete o assento da minha bebê é o mesmo que o meu. Será que terei surpresa no embarque?
        Mas hoje Antes de ler essa matéria tinha ligado na TAM para reservar um berço e confirmar se ainda existem na business, mas a atendente demorou tanto na pesquisa (mais de 10 min) que a ligação caiu é fiquei sem paciência para retornar ainda hoje.
        Alguém tem alguma atualização sobre o tema?

        • Fábio Vilela disse:

          Fabiola,
          Acho que a tarifa cheia só aplica quando você compra direto pela TAM.
          Quando você compra de terceiros não. Mas é bom confirmar.

          • Fabiola disse:

            Realmente, estou tendo um super problema com isso. A American emitiu a passagem da minha familia com bebe na executiva voando TAM e quando consegui enfim falar com a TAM para reservar o berco fui informada que nao poderia voar com o bilhete que tinha emitido pela American.
            Liguei na American e o atendente me informou que poderia sim voar e que a informacao que tinham era que o infant deveria pagar 10%. Insisti para assegurar que nao teria problemas no embarque e apos longa espera o atendente disse que contataram a one world e que a informacao da TAM procedia mesmo para bilhete de parceiras. Agora estou sofrendo o descaso da American para resolver o problema, pois me deram como alternativa (?) pagar o bilhete da TAM full e arrumar um car seat (?!?!) transferir para american ou devolver as milhas (super em cima da data da viagem, com tudo pago la fora!!!). A alternativa de transferir para american o atendente informou que nao tinha mais assento business, sendo que no site da American ainda ha lugares a venda (com milha ou nao). Dor de cabeca!! Mandei msg no SAC e na inbox na pag da AA no facebook. Alguem sabe outro meio de comunicacao com a American que posso utilizar?

          • Fábio Vilela disse:

            Nossa que absurdo, mas a AA é obrigada a resolver sua situação pelo contrato e transporte aéreo.

          • Fabiola disse:

            Pois é, deveria. mas está um descaso total. Hoje me disseram que o que podem fazer é me colocar na classe economica cobrando a quantidade de milhas atuais (110 mil), quando na época que emiti (primeira reserva foi em janeiro na verdade, eram 40mil). Na executiva eles dizer que não podem me colocar nos assentos disponíveis, pois este requerem milhas da categoria anytime (claro, pois está em cima da data do voo). Por fim, após uma hora de espera, disseram que podem mudar a minha passagem para voo american executiva em 7 de junho ao inves de 16 de maio (detalhe: meu esposo ficaria no voo do dia 16 de maio)…surreal a situação. Entendo que a saída será comprar um bilhete e acionar a american na justiça.

          • Fábio Vilela disse:

            Espero que você consiga ter um desfecho satisfatório – depois poste aqui pra gente!

          • fabiola disse:

            Oi Fabio,

            Hoje consegui uma solucao pro meu caso. Nao sei ainda qual foi o meio que funcionou (escrevi no inbox do Facebook, Customer service da pagina americana, o da pagina brasileira e na guia de reclamacao). Desisti da central de reserva pois queriam me forcar a solicitar as milhas de volta ou pagar 110 mil milhas na economica. Contatei um advogado que me orientou a ir ate o check in ja que eu tinha todos os bilhetes emitidos e validos e eles teriam que resolver na hora, mesmo que la eu tivesse que pagar um assento para a bebe (teria tb que arrumar um car seat certificado) e depois cobraria pelas vias judiciais. Mas enfim, a AA entrou em contato comigo e num discurso que o horario do voo da tam teria mudado. Mas no meio da ligacao disse que era mesmo por conta da bebe. Nos colocaram num voo da AA na mesma data de ida, mas na volta disseram que nao teriam lugar e sugeriram a volta 1 dia antes. Para acabar a dor de cabeça, aceitei. Ufa!! Milhas na AA nunca mais e Business na TAM, nem pensar!

  4. Paulo disse:

    Bruno,
    Quando tiver a resposta da ANAC, peço a gentileza de postar aqui. Eu também postei uma reclamação para eles e estou aguardando.
    Obrigado!

  5. Tatiane disse:

    Acredito que a questão aqui vá muito além de liberdade tarifária preconizada pela Anac. Existe uma relação de consumo entre companhia aérea e passageiro, e por esta razão, tal relação passa a ter o respaldo do Código de Defesa do Consumidor. Talvez aí esteja a resposta para isto: dentro do que o CDC diz, a TAM pode ou não pode diferenciar a cobrança e as regras entre as classes? A minha opinião pessoal é de que não pode, pois torna a relação de consumo muito onerosa para o consumidor, colocando-o em extrema desvantagem tanto pelo preço cobrado como pela exigência da cadeirinha especial.
    Se a TAM alegar que fez a alteração por questão de segurança, estará dando um tiro no pé, pois precisará exigir a cadeirinha na classe econômica também. E, ainda neste contexto, o segundo tiro no pé seria cobrar integral apenas na Executiva e 10% na econômica.
    Enfim, espero ansiosa pela resposta da Anac, mas acredito que a resposta estará no CDC e em jurisprudências de outros casos de restrição parcial de crianças (não em vôos, mas, por exemplo, em resorts) para saber a legalidade desta prática no Brasil. Porque, por mais que a TAM não tenha restringido efetivamente as crianças de colo, nenhum juiz é burro e sabe que trata-se de uma manobra para chegar a esta finalidade.

  6. […] acordo com o site Passageiro de Primeira a companhia aérea brasileira TAM passou a cobrar o valor cheiro da passagem de adulto para […]

  7. Astrúbal disse:

    (Retificação de meu comentário anterior, corrigindo duas lacunas de palavras no decorrer do texto).

    Engano seu, sr. Paulo. Quem voa de executiva paga mais para ter um pouco mais de conforto, melhor qualidade de serviço e sossego, sim. E esse sossego de que as pessoas falam em seus comentários aqui no blog está diretamente ligado a algo muito simples: respeito ao espaço dos outros, algo que não se encontra apenas quando se está sozinho a bordo de um jato particular, mas em qualquer meio minimamente civilizado em que as pessoas tenham um mínimo de educação e “desconfiômetro” (já ouviu falar nisso?), ingredientes indispensáveis para quem deseja viver em sociedade. Ou viver em sociedade significa invadir o espaço do vizinho? Sim, também, mas em uma sociedade que se preze, essa atitude certamente será vista como “pouco ortodoxa”, digamos assim. Aliás, talvez quem devesse voar de jatinho particular fossem justamente os defensores dessa sua teoria. Pelo menos, lá, eles poderiam se portar como bem entendessem, até mais à vontade do que em suas próprias casas, uma vez que, a 30.000 pés de altitude não haveria vizinhos que eles pudessem incomodar, nem a bordo nem do lado de fora, não é mesmo?, hehehe.

    • Paulo disse:

      Asdrúbal,
      Quer dizer que em nome do sossego do passageiro da executiva (evitando chororô e auê de criança), deve-se cobrar mais caro por pais “sem desconfiômetro” que insistem em cometer o desvario de viajar com seus filhos? Você se esquece de que não podemos generalizar: da mesma forma que há criança birrenta, há outras calmas e que dormem o voo inteiro; os pais desse último devem ser penalizados?
      O seu comentário confunde conforto e sossego com segregação, afinal, quem viaja de executiva busca ter mais conforto e ser melhor atendido pela companhia, entre outras regalias, mas seguramente não o faz pensando em se livrar de criança birrenta ou chorosa (rectius: mesmo da dianteira do avião, consegue-se ouvir birra e choro – você sabia?), pois é uma situação do cotidiano que ele não pode evitar, ainda que pague mais caro por isso (salvo se for de jatinho, como disse… rs).
      Em resumo: quem tem filho também viaja e o leva consigo, razão pela qual os pais e os demais passageiros podem ter o desprazer de viajar com criança chorosa e birrenta ou o prazer de ter ao lado uma criança dorminhoca e educada, situações que são consequências da vida em sociedade, o que não pode ser confundido com “invasão ao espaço do vizinho”. Por isso, cobrar tarifa diferenciada de criança em executiva e, em minha opinião, conduta abusiva e segregadora.

  8. Astrúbal disse:

    Engano seu, sr. Paulo. Quem voa de executiva paga mais para ter um pouco mais de conforto, melhor qualidade de serviço e sossego, sim. E esse sossego de que as pessoas falam em seus comentários aqui no blog está diretamente ligado a algo muito simples: respeito ao espaço dos outros, algo que não se encontra apenas quando se está sozinho a bordo de um jato particular, mas em qualquer meio minimamente civilizado em as pessoas tenham um mínimo de educação e “desconfiômetro” (já ouviu falar nisso?), ingredientes indispensáveis para deseja viver em sociedade. Ou viver em sociedade significa invadir o espaço do vizinho? Sim, também, mas em uma sociedade que se preze, essa atitude certamente será vista como “pouco ortodoxa”, digamos assim. Aliás, talvez quem devesse voar de jatinho particular fossem justamente os defensores dessa sua teoria. Pelo menos, lá, eles poderiam se portar como bem entendessem, até mais à vontade do que em suas próprias casas, uma vez que, a 30.000 pés de altitude não haveria vizinhos que eles pudessem incomodar, nem a bordo nem do lado de fora, não é mesmo?, hehehe.

  9. Arthur disse:

    Ah, e apenas um adendo ao meu comentário de ainda há pouco, Bruno. Você encerra o seu comentário afirmando desconhecer a posição da legislação brasileira em relação à questão e que você deseja averiguar. Justamente por desconhecer a posição da legislação brasileira nesse ponto, não se poder afirmar que a diferenciação de classes por nada se justifique. No máximo, podemos expressar a nossa opinião favorável ou desfavorável à prática (inclusive abrindo uma reclamação junto aos órgãos competentes, como você fez), sob pena de estarmos caindo em grosseira contradição. Portanto, tudo o que se viu aqui até agora foram opiniões, inclusive a sua (o que o levou a reclamar junto à ANAC por discordar), mas nada de concreto e objetivo que indique que a prática da companhia não se justifica. Esse é apenas o meu ponto de vista também, com ou sem reclamações ou aprovações formais, mas sem nunca afirmar a injustificabilidade da prática antes de me certificar exatamente dos fatos.

    • Bruno disse:

      Concordo, Arthur. Não temos jurisprudência a respeito (se algum advogado de plantão puder opinar) e até que eu tenha uma resposta da ANAC ainda acho esquisita a diferenciação.

  10. Arthur disse:

    Bruno, o que expressei em meu comentário anterior foi a minha opinião, sim, porém referindo-me especificamente ao fato de você ter dito que nada justifica a diferenciação de classes de serviço. E eu discordei dizendo que, a partir do momento em que a companhia apresenta uma justificativa que não seja vedada por lei, a justificativa está aí para quem quiser e o que você, eu ou qualquer outra pessoa acha também não passa de opinião, contra ou a favor, com reclamações e protestos ou não.

  11. Adilson disse:

    Está muito claro pela grande maioria dos comentários aqui postados que grande parte da celeuma em torno dessa questão se deve ao fato de envolver crianças. Pois eu concordo com o Bruno, o Dênis e outros que aprovam a cobrança do assento do bebê na executiva para evitar que crianças pequenas viajem nessa classe de serviço (se é que esse realmente é o motivo da cobrança, uma vez que, até agora, não se sabe e tudo não passa de mera especulação). O Bruno, em outras palavras, disse não ter filhos e que prefere não ter que lidar com situações que envolvam eventuais incômodos causados pelos filhos dos outros. Eu, ao contrário dele, tenho filhos e netos e duvido que exista pai e avô mais “coruja” do que eu (rs.). Mas se somos pessoas devidamente esclarecidas, sejamos também sensatos e civilizados o suficiente para perceber que o fato de eu ser pai e avô “coruja” e gostar de criança não me dá o direito de invadir e desrespeitar o espaço dos outros. Afinal, as únicas pessoas que têm obrigação de ouvir o choro e lidar com as birras dos filhos são os próprios pais, mais ninguém. E quem paga classe executiva o faz para ter um pouco mais de conforto, sim, e não ser incomodado. E é claro que isso inclui quaisquer tipos de incômodo, no sentido mais amplo. Para evitar os incômodos causados por crianças, a companhia pode adotar medidas como essa da TAM, por exemplo (repito, se é que ela realmente o está fazendo com esse propósito); já para coibir os incômodos causados pelas inconveniências de adultos “sem noção”, cabe à companhia adotar as medidas necessárias para punir os infratores, seja através de ação prática de suas tripulações a bordo ou de outros instrumentos aplicáveis.
    Acho, inclusive, que para evitar especulações a respeito das políticas e procedimentos da companhia, a TAM, nesse caso, deveria ser mais transparente quanto ao motivo da cobrança. Se realmente for pelo simples fato de usar da prerrogativa da “liberdade tarifária” que a lei lhe faculta, ótimo, é um direito dela. Se, por outro lado, for com o intuito de evitar que crianças viajem na classe executiva, que também deixe isso igualmente claro, sem precisar usar de artifícios e artimanhas para não ferir suscetibilidades. Se é uma questão de regulamento e esse regulamento lhe permite diferenciar as suas classes de voo como bem lhe convém sem ferir nenhum dispositivo legal, que o faça de forma direta e objetiva, doa a quem doer. Ponto!
    O problema em nossa cultura é esse melindre crônico de que a grande maioria das pessoas sofre; como crianças mimadas que não podem ouvir um “não” ou ser contrariadas que o mundo vem abaixo. Digo “nossa cultura” por se tratar de uma postura geral de nosso povo em qualquer situação e, em particular, quando se trata de crianças. A teoria aqui é de que criança pode tudo. Mas quem disse isso? Ah, dizem os pais, avós, titios e demagogos de plantão, claro, para os quais respeitar o espaço alheio, e criar e educar suas crianças para que elas aprendam a fazer o mesmo, significa não amar seus filhos, netos, etc., etc. E o que é pior, muitas vezes essa postura incivilizada e hipócrita é exibida por pais que colocam as babás para dormir no quarto das crianças para que papai e mamãe possam dormir sem ouvir o choro de seus lindos e amados pimpolhos durante a noite, como em tantos casos que já vi.

    • José Fernandes Junior disse:

      Parabéns pelo comentário correto Adilson.

      Como eu sempre falo o grande problema são os pais. Alguém que sugere que você alugue uma aeronave para ir sozinho, não tem o mínimo de senso de onde começa nem termina o seu próprio espaço. Por isso é cada dia mais desgastante viver em sociedade aqui no Brasil. A total falta de noção de respeito ao espaço do próximo.

  12. Antonio Miró disse:

    Com Milhas GRU x MAD em Maio/2016, a TAM somente está cobrando 10% do valor da tarifa na Executiva.

  13. Arthur disse:

    Bruno, assim como você acha que nada justifica cobrar o assento do bebê na executiva e não na econômica, e que o resto é opinião pessoal, o que você acha nesse sentido também é uma opinião pessoal. Afinal, você sabe realmente por que a TAM está procedendo dessa maneira? E se for, como muitos aqui já especularam, para desestimular a presença de crianças na classe executiva? Pronto, se essa for a razão, está aí a justificativa da TAM para a cobrança. E a partir daí, a sua opinião é… uma opinião pessoal, hehehe. Ah, e quero ressaltar que não estou defendendo a TAM, nem tenho qualquer tipo de ligação com a companhia. A bem da verdade, detesto essa companhia e só voo com ela em caso de absoluta falta de opção.

    • Bruno disse:

      Arthur, como havia dito muito acima eu abri uma reclamação na ANAC para que órgão regulador e competente dê seu parecer. O resto é sim opinião, inclusive a sua.
      Quem concorda obviamente não reclamará, mas os que não concordam devem sim reclamar. E que a ANAC se posicione a respeito. Estou aguardando.
      Essa diferenciação não sei se é correta na legislação brasileira, portanto quero averiguar.

  14. Cybele disse:

    Peraí, mesmo para quem já foi viajar e voltará ao Brasil estão cobrando (Ou de quem já comprou, sei lá se eu entendi direito)? Agora me preocupei, pois estou fora do país com meu bebê (e já tenho outra viagem comprada com milhas na executiva). Alguém pode me esclarecer por favor? Preciso voltar preparada (independentemente de ser indevida a cobrança né? Isso eu pleiteio na justiça). Obrigada!

  15. Bruno disse:

    Me desculpem, mas acho mais do que justo o acento para bebês na classe executiva ser “(des)incentivado”. Particularmente, acho terrível ter que viajar perto de bebês, especialmente na executiva onde busco mais conforto. Nada contra que tem filhos, mas, eu não fiz esta opção, e prefiro não ter que lidar com essa situação. Até porque os filhos quase nunca são o problema, e sim os pais, os quais (muitas vezes) são “sem noção”, ficam brincando com as crianças, usando mídia sonora, invadindo espaço alheio. Eu acho ofensivo, desrespeitoso com os demais viajantes. Isso sem contar nas birras e reinos de algumas crianças mimadas. Outro dia numa ponte aérea fiquei 1h ouvindo os berros de um “bebê” de uns 10 anos, desesperado por atenção. As quietas são excessão. Estas são as palavras da EXPERIÊNCIA quem sempre teve a “sorte” de viajar ao lado de bebês, em pelo menos 2/3 das viagens aéreas.

    • Dênis Nogueira disse:

      Me desculpem os leitores indignados e que querem viajar com filhos na executiva mas concordo com você Bruno.
      Viajei recentemente ao lado de um pessoa com criança na executiva e a criança chorou a noite toda, o pai nem ligou, mas os outros passageiros sofreram.

    • Bruno disse:

      Não se pode diferenciar as classes. Nada justifica cobrar em uma classe e em outra não, ponto. O resto é opinião pessoal.

      • Paulo disse:

        Quem compra passagem na executiva não busca “sossego”, mas sim um serviço melhor e conforto. Opinião alheia deve ser respeitada, mas penso que quem deseja não ouvir choro de bebê em voos, que alugue um jatinho. Viver em sociedade é isso, conviver com as diferenças e contratempos.

        • NJunior disse:

          Concordo plenamente, tem muitos comentários misturando questão de educação com saúde.
          Eu já voltei de Frankfurt na F da Lufthansa e estava com crise de tosse, foi a noite toda tossindo.
          Sei que atrapalhei o sono dos outros passageiros, mas paguei tão caro quanto os demais e tentei ao máximo não atrapalhar… Faz parte da vida, como já disseram, se quer garantia de sossego frete um jatinho…
          Viajar de C ou F é pra ter mais sossego, mais conforto, melhor atendimento, mas não quer dizer exclusividade… Se não quer uma pessoa tossindo, roncando ou um bebe chorando, basta comprar ou alugar um jatinho… Simples assim!!!
          Fábio e Bruno, também acho um absurdo esta posição da TAM de diferenciar as classes, parabéns pela iniciativa de “brigar” por mais informações e compartilhar conosco.
          Quem sabe assim eles mudam isto…

          • Bruno disse:

            Orientado por meu advogado eu também notifiquei o PROCON. Até onde sei não é por questão de segurança a necessidade do assento, então acho abusiva a cobrança em apenas uma das classes. Vamos aguardar.

  16. Geraldo disse:

    Ôpa: Segundo ela… (não segunda ela)

  17. Geraldo disse:

    Cabe, antes de mais nada, verificar se existe, de fato, respaldo legal para essa prática da TAM. Segunda ela, a lei lhe confere a prerrogativa da “liberdade tarifária”. Então, vale conferir. Simples assim. Será que essa companhia seria tão incauta em adotar uma política dessa natureza sob a falsa alegação de estar amparada por lei? Se esse alegado amparo legal realmente existir, meus amigos, de nada adiantarão os protestos e brados inflamados e emocionados de “absurdo!” “isso” ou “aquilo”; a companhia está apenas usando da prerrogativa que a lei lhe confere.

    • Bruno disse:

      Geraldo, ao meu ver obviamente não parece coerente cobrar em apenas um das classes. Por isso abri um protocolo na ANAC para poder seguir com o questionamento. O que não podemos é aceitar goela abaixo tudo que as companhias impõem.
      Trocar de companhia aérea nem sempre é a melhor opção, pois muitos possuem status naquela companhia e desejam se manter assim. Faz parte reclamar, e se a companhia estiver errada faz parte voltar atrás também.

  18. Helio disse:

    Pessoal,

    Fale com a ANAC nro 163 funciona 24hrs por dia. Vamos
    Ligar e denunciar esse absurdo!!!!

  19. Carlos disse:

    Achei um pouco ridículo o posicionamento da empresa, mas da mesma forma que ela está exercendo sua “liberdade tarifária”, o consumidor também poderá exercer sua liberdade de escolha e voar em outra companhia, que provavelmente será mais barata que a Tam (já que para um casal este assento a mais representa um acréscimo de 50% e, para quem viaja sozinho com a criança, 100%) e possivelmente terá melhor serviço e produto.

    • Paulo Ed. disse:

      Como diz o velho ditado: Mais vale um passarinho na mão que dois voando. Pois é, em tempos de crise a LATAO me vem com essa. Muita coragem nao acham? Querendo ganhar em cima de mais 1 e acabará perdendo 2. A Tam nao me pega mais. Chegou a verificar se com milhas acontece o mesma cobrança Fabio?

  20. Arnaldo disse:

    Apenas uma correção ao meu comentário anterior: …não sei se a companhia mantém essa política, tampouco…

  21. Arnaldo disse:

    O comentário de alguém aí em cima me fez lembrar de algo. Não sei se essa política persiste, mas até alguns anos atrás, a South African não permitia crianças pequenas (não me recordo se com menos de 2 ou 3 anos) na primeira classe, sob alegação de que choro de criança incomodava os passageiros, e que, quem pagava tarifa de primeira classe não queria ser incomodado. Ouvi isso diretamente do gerente da companhia no Rio de Janeiro. Repito, não se a política mantém essa política, tampouco sei se a prática é adotada por outras companhias mundo afora.

  22. Maria Helena disse:

    É muito triste que a TAM tenha assumido essa postura de discriminação! Se a questão é segurança o bebê que viaja na econômica também deveria pagar a tarifa cheia e ter que usar a cadeirinha, qual a explicação para ter que usar a cadeirinha em uma classe e na outra não? Acabei de viajar de executiva pela Azul com meu filho de 9 meses, fomos muito bem tratados e ele não incomodou ninguém!!! A TAM só vai perder clientes com essa atitude!!!

  23. Daniel disse:

    Não me surpreendeu em nada, sendo oriunda a cobrança da TAM…

    Trata-se de empresa que NÃO SABE TRATAR O PASSAGEIRO DE BUSINESS… E, face queda de receitas face crise petrolona, busca cobrar a mais dos passageiros que pagam Business…

    Como há anos aceito até pagar mais caro mas não viajo para o exterior em Business da TAM, acho que todos deveriam refletir: pagar para ter atendimento em português??? Pagar para ter uma empresa brasileira (hoje ela é chilena na pratica)??? Pagar para ter vários assentos na Business que não se tornam cama 180º??? Pagar para não ter comida e te oferecem prato da econômica???

    Enfim, TAM não pago.

    • Fabio disse:

      Muito pior que criança fazendo barulho é adulto fazendo barulho.

      Em meu último retorno da Califórnia havia na executiva um casal de brasileiros que falava e ria tão alto que não era possível de forma alguma repousar.

      Precisei chamar a comissária de bordo por duas vezes para solicitar que falassem mais baixo.

      • Daniel disse:

        Concordo integralmente!!!

        E apresento fatos: dia 01/11, na sala VIP em Madrid, 03 casais de brasileiros (dois de idosos e um mais novo) aparentemente “descobriram” que era possível beber vinho gratuitamente na sala Vip… E deram aquele show que nos faz ter vergonha de ser brasileiro (conversa altíssima, vendo jogo no iPad em volume alto – quase que ofereci fones de ouvido – além de comemorar gols)…

        Para piorar, ao entrar em meu voo MAD-GRU nas primeiras horas do dia 02 eis que descubro que estavam na mesma executiva que eu… E pela primeira vez na história, tive, na executiva, de dormir com fone de ouvidos, pois eles “descobriram” que o vinho era de graça no voo…

        Ou seja, se for barulho, teria de cobrar tarifa mais alta de muito viajante que deixa a educação para trás ao passar pela imigração….

        Para mim, é simplesmente mais uma forma vergonhosa da TAM tentar se dar bem em cima de trouxas que pagam…

        • Andre disse:

          Um absurdo essa posição da TAM, sobretudo quando a mesma empresa cobra apenas uma taxa na coach! Qual a diferença de um bebê que viaja na economica para uma na executiva???
          Também me envergonho quando vejo situações semelhantes com brasileiros que não sabem se portar, sobretudo em lugares “menos espaçosos” como um avião, aí o incômodo é grande mesmo!
          Quanto aos “roncadores”, na minha opinião já passa a ser uma questão de saúde, não podemos igualar tais pessoas àquelas que não sabem se portar!

  24. Fábio Vilela disse:

    Pessoal, acabei de atualizar o post com a resposta oficial da TAM.

  25. Helio disse:

    Gente
    Que absurdo!!!!
    Isso é discriminação e com certeza estão burlando alguma regra. Vamos denunciar isso! Nao irei aceitar!
    É muito pior viajar do lado de adultos sem noção que roncam a noite toda, do que ao lado de uma criança que tem os pais para acalma-la. E qual a diferença se a criança estiver na classe executiva ou econômica?

    Fabio,
    Onde podemos denunciar?

    • Camila disse:

      Também gostaria de denunciar na ANAC esse absurdo. O triste é ver pessoas defendendo essa prática discriminatória. Como bem já disseram, um adulto pode incomodar muito mais. Já viajei inúmeras vezes e já fui em voos lotados de crianças. Sempre têm aquelas que choram, mas não passam o voo todo chorando ou correndo. Uma hora elas dormem e não incomodam mais. Agora um adulto que ronca, exala odores (flatulência, chulé, falta de banho, etc.), conversa, ou fica lendo com aquela luz acessa ao seu lado, vai durar o voo todo sem sossego. Muito pior! Então, divulga aí o link para fazermos a denúncia, por favor!

    • Andre disse:

      Você está confundindo questões de educação (falar alto, exagerar na bebida…) com questões de saúde (roncar). Em suma, você está sendo tão discriminativo quanto a TAM, de quem está reclamando!

  26. Osvaldo disse:

    Só não é incomodado, quem voa de jato particular. Não pode ser este o motivo.
    A Tam esta cobrando a passagem desta forma. A lei permite ? Este é o ponto .
    Se a lei permite , ela esta cobrando , é o livre mercado.
    Se voce quer pagar pro seu filho , gosta do express service , bandejão , continue voando Tam .
    Se não , existem empresas que não cobram.
    Eu nem perderia tempo reclamando com esse pessoal da companhia e da Anac. Voaria com outra e bye bye Tam que cá entre nós já ta enchendo…

    • Diogo disse:

      Segundo a atendente da TAM é como o Bruno falou: a criança de colo terá direito a um assento (ou seja, não é mais de colo) e os pais terão que levar um bebê conforto que seja compatível com as regras deles. Será que a ANAC permite isso (cobrar 10% na econômica e integral na executiva)?

  27. Bruno disse:

    Isso é um absurdo, viajo várias vezes com minha filha e agora que ela faz 2 anos, cobrar tarifa cheia para ir no colo é sem noção. Sobre o fato de criança incomodar, isso depende dos pais, Inclusive voltei agora de Frankfurt ao lado do Fábio e tenho certeza que minha filha não incomodou ninguém na executiva.

  28. Daniel disse:

    Essa fusão-compra LATAM a meu ver só trouxe problemas. O atendimento caiu em qualidade em diversos aspectos, e volta e meia a Lan impõe seu padrão de serviço que de modo geral é pior do que a TAM (assim como seu atendimento) Por muitos anos a LAN foi melhor do que a TAM, mas deu uma derrocada pior do que o Real frente ao Dólar nos ultimos 3 anos.
    Passei 2 meses (Março e Abril) tentando emitir passagens com os KM do LANPASS para ir de férias para a Califórnia e não consegui sem reclamar na ANAC, pois ninguém resolvia a questão. Até para o Chile liguei e nada. Agora vejo esse absurdo da TAM se curvar a mais uma das derrapadas da LAN.
    É fato que algumas crianças até chegam a incomodar na classe executiva, assim como na primeira e na econômica. Isso só acontece quando pais não preparam bem as crianças para viajar de avião (e ficam dando bica em assento, querendo ficar correndo em corredores ou fazendo birra), isto sem considerar bebês que sofrem com as mudanças de pressão dentro da aeronave. Isso é culpa dos pais, não das crianças; mas daí à simplesmente cobrar mais (e não proporcional), especialmente para crianças de colo só na executiva é o fim da picada.
    Lamentável, e esperemos que seja só um erro de estagiário e não uma política da empresa, que certamente deve ser punida severamente pela ANAC, já que na teoria se trata de uma discriminação ao cobrar tarifas diferenciadas por idade de acordo com a classe.

    • Bruno disse:

      Concordo, Daniel. As crianças nada tem a ver com essa política. Pior que uma criança ao seu lado é um roncador ou tossedor inveterado!!! Desses ninguém vai cobrar a mais, correto? Ou as pessoas que batem as travas dos BINS de bagagem o tempo inteiro.
      Nem entrarei nesse mérito pois certamente algums pessoas defenderão essa política discriminatória, então não me prolongarei.
      Fato que ou cobram para todas as classe ou para nenhuma, Meio termo é ilegal!

      • Daniel disse:

        Bruno, cresci viajando e meu irmão também. Por termos pai estrangeiro, a gente sempre viajou para visitar os avós, especialmente nesta época de Natal e Ano Novo, e desde cedo fomos educados para sabermos nos comportar em diversas ocasiões, inclusive em avião. É legal ver que você já está ensinando a sua filha a se comportar neste tipo de ambiente; parabéns ! Pena que a grande maioria não faz isso … só leva a criança, mas não mostra como se comportar, o por que de se comportar, etc…
        Concordo que tem gente que nem com 70 anos nas costas e muita experiência (e conta bancária gorda, diga-se de passagem) sabe se comportar adequadamente nesses ambientes. A gente vê muito isso nas salas VIP (gente que fala alto ou enche o bucho como se não houvesse amanhã), enche o caneco nos vôos, mexe com as aeromoças e comissários de bordo, bate as coisas (mesinhas, tampas, e todas as brutices que se possa imaginar em um avião), mastiga de boca aberta, e tudo mais … mas aí, as empresas não cobram a mais dessa gente que faz essas coisas por opção. É duro isso … se essa política da TAM existisse nos anos 70 e 80, eu jamais teria conhecido meus avós, tios, primos, etc …

  29. Deniz disse:

    Olá Fabio! Isso provavelmente deve ser reflexo da fusão com a LAN… Em julho fiz uma viagem pela LAN em executiva e me assustei com a cobrança de tarifa cheia para meu sobrinho de 10 meses. Na ocasião a TAM ainda não praticava essa política tarifária…

    • Fábio Vilela disse:

      Também pensei nisto Deniz.

      • Bruno disse:

        E com certeza é! No meu último vôo de Miami para Guarulhos há 10d atrás uma das comissárias disse que a LATAM não estava satisfeita em deixar bebês de colo viajarem na executiva pois “atrapalhariam” os demais passageiros. Ai na volta ao Brasil me deparo com esse absurdo de valor!
        Como disse, estou esperando uma resposta da ANAC. Até onde consigo notar não existe motivo para diferenciar as classes (isso fere o CDC). Abs

        • Paulo Ed. disse:

          Nossa! Cara, essa informação é muito séria!! Se for esse mesmo o motivo seria péssimo para a imagem da LATAM afinal pra mim isso é discriminação!!

  30. […] mais em: TAM está cobrando preço cheio de adulto para crianças viajando no colo. Fonte: R7.com – Viagens e […]

  31. Camila Oliveiras disse:

    Absurdo! Como um bebê iria sentado sozinho? Acredito que estão fazendo isso para inibir os país de comprar executiva com bebês e assim não “incomodar” os outros passageiros da executiva, absurdo mesmo!

    • Fábio Vilela disse:

      Também achei muito estranho – estou aguardando um posicionamento oficial para poder esclarecer para vocês.

      • Bruno disse:

        Fábio, primeiramente gostaria de agradecer por se posicionar a respeito. Eu havia informado sobre tal situação.
        Já entrei em contato com a TAM e eles agora exigem que os pais levem um bebê conforto certificado para voar em aeronaves para poder colocar o bebê de colo no assento, mas isso só em classe executiva.
        Já abri uma denúncia na ANAC e estou aguardando uma posição.
        Obrigado

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