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O espetacular transporte de 22 múmias pelo Cairo

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Por Equipe | Passageiro de Primeira

No começo do mês um evento chamou bastante atenção no Egito. O “Desfile de Ouro dos Faraós”  levou pelas ruas do Cairo os restos mortais de 18 reis e quatro rainhas mumificadas – que governaram o Egito do século 16 a.C. até o século 12 a.C. – e estavam no antigo Museu Egípcio. As múmias foram transportadas ao Museu Nacional da Civilização [novo museu do Egito].


Sobre o evento

O desfile foi feito no fim da tarde do sábado (3) e fechou algumas das principais vias da cidade do Cairo. As peças foram transportadas de um museu para o outro, com uma rota calculada às margens do Rio Nilo. O intuito era fazer com que os turistas se interessassem pelos artefatos egípcios antigos.

Para garantir a proteção durante o trajeto de um museu para outro, as múmias foram colocadas em cápsulas especiais preenchidas com nitrogênio. Além das cápsulas, os carros utilizados no transporte também foram escolhidos com cuidado para dar estabilidade aos artefatos.

Para o arqueólogo Zahi Hawass, a decisão de transferir as múmias de um museu para outro foi para mostrar os artefatos de uma forma civilizada, não apenas por diversão – como era no Múseu Egípcio. “Escolhemos levar as peças para o Museu da Civilização porque queremos, pela primeira vez, mostrar as múmias de uma forma civilizada, educada, e não só para diversão, como era o caso do Museu Egípcio”.

Veja abaixo um vídeo que ilustra como foi o desfile:


Sobre as múmias transportadas

Conforme apurado pelo portal G1, as múmias transportadas foram descobertas em 1871, em dois sítios arqueológicos (um deles, o templo de Deir Al Bahari, onde hoje fica a cidade de Luxor, e o outro, perto do Vale dos Reis, o principal local onde os reis eram enterrados no Egito antigo). A mais antiga das 22 é a de Seqenenre Taa, o último rei da 17ª dinastia, que reinou no século 16 a.C..

As múmias de Ramsés II, que governou o Egito por 65 anos e da rainha Hatshepsut, única mulher faraó do Egito, também foram transportadas. Antes de serem exibidas no novo museu, elas passarão por uma restauração completa.


O Egito é um país repleto de história e o turismo possui uma grande influência em sua economia. Porém, o país ainda se recupera de uma turbulência política que se iniciou na penúltima década com a queda do presidente Mubarak, além da recente crise causada pela COVID-19. Por conta disso, o evento, além de ser uma homenagem aos antepassados, também foi pensado para atrair mais turistas à região.

Um desfile grandioso! Você pretende conhecer o novo museu egípcio?

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