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Companhias aéreas britânicas pedem que o primeiro-ministro adicione a aviação no plano de reabertura da economia

Notícias

Por Equipe | Passageiro de Primeira

Os executivos das principais companhias aéreas do Reino Unido estão pedindo para que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, adicione a aviação em seu plano de reabertura da economia. Além disso, eles ainda pedem um roteiro claro para aliviar as restrições de viagens antes da temporada de verão – que é crucial para a aviação europeia.

Companhias aéreas Reino Unido

As companhias aéreas também pediram mais apoio econômico para a aviação do Reino Unido para estimular e fortalecer na recuperação do setor. Os executivos ainda alertaram que, sem uma indicação clara da intenção do governo de que a aviação será reiniciada nos próximos meses, o Reino Unido enfrentará um ano de conectividade limitada com o resto do mundo e a recuperação econômica será prejudicada.


O que disseram os executivos?

Tim Alderslade, presidente-executivo da Airlines UK, disse: “O primeiro-ministro precisa indicar a intenção das viagens internacionais reabrirem novamente neste verão e fornecer a necessária garantia de que as viagens serão possíveis, ajudando a restaurar a confiança do consumidor. Não esperamos que as restrições de viagens sejam suspensas amanhã, mas é importante que o país tenha uma visão clara sobre o plano de viagens internacionais assim que sairmos do bloqueio”.

Johan Lundgren, executivo-chefe da easyJet, disse: “Sabemos que as pessoas estão procurando alguma garantia de quando poderão retornar à normalidade. Para conseguir isso, precisamos saber que o governo está planejando o retorno da viagem quando for seguro e estar pronto para trabalhar com eles em um roteiro que pode nos ajudar a reunir as pessoas com seus entes queridos ou permitir que as pessoas tirem férias este ano”.

David Burling, do TUI Group, disse: “Acreditamos que existe uma maneira segura de reiniciar as viagens internacionais suspendendo as restrições de viagem país por país – garantindo que continuemos a proteger nossos sistemas de saúde e a vacina, mas sem impor restrições desnecessárias”.

Steve Heapy, CEO da Jet2.com, disse: “Fornecer um roteiro e os meios para restaurar as viagens internacionais neste verão é vital não apenas para a economia, mas também para dar às pessoas a esperança de visitar seus amigos e parentes, bem como tirar férias, uma vez que a viagem possa ser restaurada com segurança”.

Sean Doyle, presidente-executivo da British Airways, disse: “A indústria da aviação apoia o governo em colocar a saúde pública no topo de sua agenda, mas o futuro da economia britânica e os empregos de centenas de milhares de pessoas estão em risco sem um plano sensato e estruturado para reiniciar com segurança as viagens internacionais nos próximos meses”.

Eddie Wilson, CEO da Ryanair, disse: “As vacinas são a saída para esta crise da Covid e, até o momento, o plano de implementação do Reino Unido tem progredido extremamente bem, o que oferece um caminho claro para o levantamento das restrições. Da mesma forma, o Reino Unido deve ter um conjunto claro de marcos vinculados aos níveis de vacinação em outros países, particularmente dentro da UE, para permitir que o turismo se recupere no verão de 2021”.


Situação do Reino Unido com a Covid-19

As viagens ao exterior permanecem proibidas para a maioria dos britânicos, enquanto os viajantes que chegam são forçados a fazer vários testes da Covid-19 e, em muitos casos, quarentenas obrigatórias em hotéis. Boris Johnson está sob pressão para ajudar a economia do Reino Unido a se recuperar de sua pior recessão em 300 anos. Ele deve definir um plano para flexibilizar as regras na próxima segunda-feira (22) e disse que analisará de perto os dados relativos a infecções, hospitalizações e mortes antes de tomar qualquer decisão.


A maioria das empresas de viagens do Reino Unido espera demitir mais de 20% de seus funcionários sem um plano claro de reabertura depois de 1º de maio, disse o grupo de campanha Save Our Summer em um comunicado, citando uma pesquisa. Isso equivaleria a mais de 500 mil posições.

O que achou da iniciativa dos executivos das companhias aéreas britânicas?

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