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IATA faz nova atualização e o impacto do coronavírus na aviação pode chegar a US$252 bi

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Por Equipe | Passageiro de Primeira

No começo do mês, publicamos um texto onde falamos que a IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos) havia estimado um prejuízo de US$113 bilhões no setor da aviação, devido ao surto de coronavírus (COVID-19). À época, o problema com o vírus não estava na mesma proporção que a atual e, por conta disso, no novo balanço divulgado, este prejuízo saltou para US$252 bilhões. Para estimar o valor a ser perdido, a IATA levou em conta o cancelamento de voos, a diminuição de operações, bem como a redução da capacidade de diversas companhias aéreas ao redor do mundo.

china coronavirus

“O setor aéreo enfrenta sua crise mais grave. Dentro de algumas semanas, o cenário anterior parece melhor do que nossas estimativas mais recentes. Mas, sem medidas imediatas de alívio do governo, não restará uma indústria em pé. As companhias aéreas precisam de US$200 bilhões em suporte de liquidez simplesmente para superar este momento. Alguns governos já deram um passo à frente, mas muitos mais precisam seguir o exemplo”, disse o diretor geral e CEO da IATA, Alexandre de Juniac.

Em fevereiro, a agência havia emitido uma nota em que colocava as receitas perdidas em US$29,3 bilhões, com base em um cenário que analisava o impacto do coronavírus em grande parte (ou quase exclusivamente) em mercados associados à China. Desde então, o vírus se espalhou para mais de 80 países, fazendo com que o setor fosse severamente afetado.

A análise mais recente prevê que, nesse cenário, restrições severas às viagens ocorram por três meses. A recuperação da demanda de viagens no final deste ano é enfraquecida pelo impacto da recessão global sobre empregos e confiança. A demanda de passageiros no ano inteiro cairá 38% em relação a 2019. A capacidade da indústria nos mercados doméstico e internacional cairá 65% durante o segundo trimestre (encerrado em 30 de junho) em comparação com o mesmo período do ano anterior. Porém, no novo cenário ela se recuperará, tendo um declínio de 10% no quarto trimestre.


Seguimos acompanhando os impactos no setor da aviação e torcendo para que a situação se normalize o quanto antes.

  • Para acessar o relatório completo da IATA, clique aqui.

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