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Malha aérea doméstica recua para 40% da oferta de voos pré-crise

Notícias

Por Equipe | Passageiro de Primeira

Segundo dados apresentados pela ABEAR, as companhias aéreas nacionais registram nesse mês de abril uma média diária de 960 voos domésticos, o que representa um recuo de 40% da quantidade total de decolagens comparadas ao início de março de 2020, antes das medidas de isolamento social e de fechamento de fronteiras. O agravamento da pandemia do novo coronavírus levou o setor ao menor nível de operação em sete meses, desde setembro de 2020, quando as empresas operavam uma média de 864 decolagens por dia.

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É a terceira queda mensal consecutiva desse indicador, após as empresas aéreas terem registrado, desde maio de 2020, uma retomada gradual da demanda por voos domésticos, alcançando o pico de 1.798 decolagens diárias em janeiro, ou 75% da oferta diária de partidas em relação ao início de março de 2020. O recrudescimento da pandemia já havia impactado a quantidade de voos em fevereiro, quando a média diária recuou para 1.469, o que equivale a 61,2% da malha aérea pré-crise. Em março, a oferta diária de voos domésticos teve novo recuo, com 1.177 decolagens, ou 49% da oferta regular de voos.

A pandemia do novo coronavírus teve forte impacto econômico para o transporte aéreo brasileiro. A contribuição do setor para o Produto Interno Bruto (PIB) recuou de 1,4%, em 2019, para 0,3% em 2020. A arrecadação de tributos, por sua vez, registrou queda de 70%, de R$ 32,6 bilhões para R$ 10 bilhões, no mesmo período. O total de salários pagos também teve retração no mesmo patamar, de R$ 42,9 bilhões para R$ 13,3 bilhões. Já os empregos gerados (entre diretos, indiretos e induzidos) considerando o transporte aéreo como base, foram reduzidos de 1,5 milhão para 401 mil. Na aviação comercial, porém, o nível de empregos diretos permaneceu estável, ao redor de 60 mil.


Impacto no turismo

Como o transporte aéreo é um dos principais catalisadores do turismo, houve também severo impacto para as atividades turísticas, na comparação de 2019 diante de 2020. A contribuição para o PIB recuou de 3,6% para 2,1% no período e o total de tributos registrou redução de 35,6%, de R$ 83,1 bilhões para R$ 53,5 bilhões. O total de salários pagos, por sua vez, teve retração de 36,2%, de R$ 114,6 bilhões para R$ 73,1 bilhões. A quantidade de empregos gerados recuou de 4 milhões para 2,4 milhões.

Para mais informações, acesse o site da ABEAR.

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