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Conclusão – Quantas milhas gastei e como emiti minhas passagens

Diversos

Por Fábio Vilela

Acho que o último post é sempre o mais esperado de todos vocês né pessoal? Afinal é nele que eu sempre conto como emiti minhas passagens, quantas milhas gastei e como foi todo o processo.

Como vocês já devem imaginar esta minha última emissão da minha viagem pro Japão e Malásia foi feita pelo extinto (ai que saudades!) programa Dividend Miles da US Airways.

Minha rota inteira foi esta abaixo:

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E eu pude voar nas seguintes cias:

Primeira Classe da British Airways no B747-400

Primeira Classe da Qantas no A380

Classe Executiva da Cathay Pacific no A330

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Primeira Classe da Cathay Pacific no B777-300ER

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Primeira Classe da Malaysia no A380

Classe Executiva da Malaysia no B737

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E aqui estão a descrição dos vôos:

Screen Shot 2015-09-07 at 10.56.13 Screen Shot 2015-09-07 at 10.56.22

Notem que com exceção dos vôos intra-Ásia todos os outros foram feitos em Primeira Classe. Como vocês podem ver meu vôo entre Hong Kong e Kuala Lumpur era para ter sido operado por um B777 mas foi trocado por um B737 de última hora. Paciência!

O resgate me custou 150.000 milhas (Am. do Sul p/ Ásia em Primeira Classe [ida e volta]) que comprei durante as inúmeras promoções que o programa fazia. E as taxas ficaram em U$571.95 pois fiz um stopover em Kuala Lumpur e a cia Malaysia Airlines cobra taxa de combustível.

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A minha emissão me custou exatamente 17 ligações para conseguir emitir. Sempre havia um agente dizendo que não era possível, outro falando que os vôos não estavam disponíveis e todas as desculpas que você já conhecem. Mas como eu sou brasileiro e não desisto nunca fui até o fim, afinal este seria minha última grande emissão no programa antes dele se fundir com o AAdvantage e eu teria que sair “vitorioso”, rs.

Continuando minha saga de HUCA (Hang Up and Call Again) um dia resolvi ligar de madrugada e peguei uma senhorinha que nem sabia onde Kuala Lumpur ficava, rs. Ele montou os trechos, precificou e perguntou se queria emitir ou reservar – não pensei duas vezes, já mandei emitir pois depois ainda corria o risco de pegar outro funcionário na hora da emissão que iria invalidar meu resgate.

O programa era na minha opinião o melhor do mundo para resgates “malucos” em cabines premium permitindo rotas totalmente “impossíveis”, onde qualquer outra cia aérea não autorizaria fazer.

Vou sentir saudades, afinal já fiz outras emissões também inimagináveis pelo programa, confiram:  Exemplo 1,  Exemplo 2 e Exemplo 3

E aí gostaram? Acharam que fiz bom negócio?

A propósito, quem ainda tem resgates na US Airways que ainda não voaram? Qual rota conseguiram?

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