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Indicadores sobem, mas demanda de viagens no Brasil continua 78,9% abaixo em comparação a 2019

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Por Equipe | Passageiro de Primeira

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) revelou que os dados de mercado do transporte aéreo de julho seguem ritmo de recuperação. Após três meses de queda (março, abril e maio), os indicadores voltaram a subir no mês passado (junho). No entanto, na comparação com 2019, os números ainda são decrescentes.

ANAC avião

Em comparação ao ano de 2019, o transporte aéreo registrou uma queda de 78,9% na demanda de voos. Segundo uma pesquisa feita pela revista Época, a queda na demanda por passagens domésticas e internacionais chegou a 93% no mês de abril, ao comparado com o mesmo período no ano passado. Em junho, o percentual era um pouco menor, de 86% na mesma comparação. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a volta da demanda de viagens está relacionada com a retomada de setores econômicos que exigem viagens e com os protocolos de segurança validados no Brasil e no exterior.

A expectativa das companhias aéreas, bem como das empresas de turismo em geral, é que, com a atualização e até um certo controle da situação do coronavírus no mundo, os clientes voltem a procurar por passagens. Além disso, fora do Brasil, agências de aviação como a IATA, por exemplo, pedem para os governos que já tem uma situação controlada com o vírus no país a não manter as barreiras ou restrições, pois elas podem desmotivar a compra da passagem pelo cliente, agravando assim a crise no setor.

Uma forma de atrair o passageiro é mostrar que voar é seguro. Por conta disso, diversas companhias aéreas no mundo todo se adaptaram à situação e estão aprimorando a limpeza de suas aeronaves, mas também melhorando os filtros de ar – com grande maioria usando os filtros HEPA que eliminam quase que por completo os vírus dentro de um avião.

“Os filtros HEPA estão presentes em todas as aeronaves no Brasil, que tem frota jovem, com menos de 10 anos. Ele limpa 99% do ar a cada três minutos, puxando o ar de cima para baixo. As pessoas são obrigadas a viajar de máscara, mas se uma partícula escapar de um passageiro, ela não chegará à quem está do lado pois o filtro puxa para baixo. Isso torna o ambiente do avião tão seguro quanto uma sala cirúrgica”, disse o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

A pandemia também fez com que as companhias brasileiras adotassem outras formas de embarque, para reduzir o número de pessoas entrando nas aeronaves, evitando, assim, a aglomeração. A Azul, por exemplo, lançou a inovação chamada de Tapete Azul é composto por um conjunto de projetores e monitores, que, por meio de realidade aumentada, indicam ao cliente o momento certo de embarcar.

Para consultar os dados de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo, referentes a julho de 2020 e a série histórica, clique aqui.

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