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FAA e Boeing concluem bateria de voos de certificação do 737 MAX

Notícias

Por Equipe | Passageiro de Primeira

A Agência de Aviação dos Estados Unidos (FAA) concluiu no dia de ontem (01) a série de voos de certificação do Boeing 737 MAX – aeronave que deixou de operar no ano passado após dois acidentes aéreos. Agora, basta à agência dar ou não o aval à fabricante americana para que o modelo possa voltar a operar voos.

737 max

“A FAA e a Boeing concluíram hoje (01) os voos de teste de certificação no Boeing 737 MAX. Durante três dias de testes nesta semana, pilotos e engenheiros da FAA avaliaram as modificações da Boeing no sistema de controles automatizados de voo”, disse a FAA em comunicado. O avião iniciou os voos de certificação na segunda-feira (29) no Boeing Field, em Washington. A FAA não revelou os detalhes dos testes, mas disse que a proibição de voos só será revogada quando os especialistas em segurança da agência tiverem a certeza de que o avião atende aos critérios de certificação.


Acidentes com o MAX

O modelo foi proibido de operar após um acidente com a Ethiopian Airlines em março de 2019. O avião já havia se envolvido em outro acidente aéreo com a Lion Air, em outubro de 2018 e, após testes, foi descoberto que o motivo da queda das aeronaves foi devido a um erro de programação da Boeing. Desde então muita polêmica envolveu a fabricante, até mesmo uma conversa vazada dos funcionários em que um deles havia dito que o modelo foi “construído por palhaços”.


A permissão da FAA contribui para que as empresas aéreas voltem a operar com o modelo, que está groundeado (aterrado, sem poder voar). Além disso, faz com que a Boeing volte a entregar o modelo e melhore sua situação com empresas aéreas. A Boeing perdeu o posto de maior fabricante de aeronaves para a francesa Airbus no ano passado.

E não é apenas a Boeing que está esperando a aprovação da FAA para que o modelo possa voltar a operar, mas também muitas companhias aéreas, como a American Airlines e a GOL – que assinou um contrato de compensação com a fabricante americana. Contudo, o aval da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) também será necessário para que a aeronave volte a voar nos céus brasileiros.

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