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As últimas mudanças do RecargaPay e uma retrospectiva do 1º ano do serviço

Notícias

Por Lorenzo Firmino

Se você assinou o RecargaPay no início do ano é provável que o seu plano esteja próximo de expirar. E, ao ser renovado, você será automaticamente migrado para o novo plano Prime+ do serviço – que, como divulgamos em outubro, agora tem um limite de pagamento de boletos com cartão de crédito de R$2.000/mês. Conheça nesse post as últimas mudanças do RecargaPay e uma retrospectiva de como foi o primeiro ano de funcionamento do serviço.


Extinção do plano Prime

Desde a sua introdução o RecargaPay teve dois planos: Prime e Prime+. Agora, a empresa resolveu se desfazer do plano Prime – permanecendo apenas com o Prime+. Eu considero uma medida positiva que simplifica o produto.


Mudança no preço da mensalidade

O plano Prime+ permanece com o custo de R$14,99 no modelo de assinatura semestral (um único pagamento no cartão de crédito que pode ser parcelado em até 6x). Porém, no modelo de assinatura mensal (pagamentos recorrentes) o plano Prime+ agora custa R$19,99 – o que representa um aumento de 33,33%.


Características do plano Prime+

Veja abaixo as principais características do novo plano Prime+. Observe que o limite para pagamentos de boletos bancários com o cartão de crédito é de R$2.000/mês.


Cancelando sua assinatura

Se você acha que não vale a pena entrar em um novo clico de renovação do plano Prime+ (com o limite de pagamentos de boletos com cartão de crédito R$2.000/mês) você precisa fazer o cancelamento da sua assinatura de forma manual. Clique aqui para fazê-la.

Também é possível fazer o cancelamento pelo aplicativo através do menu “Prime+ > Gerenciar assinatura Prime+ > Cancelar assinatura > Quero perder todos esses benefícios”.


Retrospectiva RecargaPay 2020

Para quem não se recorda, o RecargaPay “chegou chegando”. No início não havia limite(!) para pagamento de boletos com cartão de crédito. Dois meses depois do seu lançamento, o serviço impôs um limite de R$5.000/mês sem aviso prévio. E, dias depois, reduziu este limite para R$3.000/mês. Estas mudanças foram “forçadas” – em outras palavras, os usuários tiveram que aceitar os novos limites. Para aqueles que não [aceitaram], a alternativa foi pedir o reembolso do plano pago.

Não pegou bem. Nós destacamentos estas reduções em dois posts aqui no PP (1, 2). A revista ISTOÉ divulgou uma nota intitulada A estranha manobra do RecargaPay.

Meses depois, veio uma nova redução no limite de pagamentos de boletos com cartão de crédito para usuários do plano Prime+: de R$3.000 para R$2.000/mês. Dessa vez, o RecargaPay optou por um caminho mais respeitoso: o limite só seria alterado na próxima renovação do plano. Ainda assim, se contabilizarmos todos os reajustes do ano, houve uma redução de 60% no limite (de R$5.000 para R$2.000/mês).

Em paralelo, usuários do plano gratuito também tiveram reduções no limite de pagamentos de boletos com cartão de crédito. Inicialmente era R$1.000/mês, passou para R$500/mês, depois R$250/mês e no mês passado para R$100/mês. Se contabilizarmos todos os reajustes do ano, houve uma redução de 90% no limite (de R$1.000 para R$100/mês).

Quantos reajustes…


Vale a pena continuar com o RecargaPay?

Esta é uma pergunta que pode variar muito de pessoa para pessoa – a princípio eu digo que sim, vale a pena continuar com o serviço mesmo com os inúmeros reajustes do seu 1º ano de funcionamento. Veja abaixo uma simulação para quem realiza pagamentos do limite total permitido (R$2.000/mês) com um cartão de crédito premium.

  • Limite de pagamento de boletos: R$2.000
  • Conversão dólar-gasto do cartão de crédito: 2 pontos por dólar
  • Quantidade de pontos gerada: 800* (considerando o dólar a US$5)
  • Mensalidade do serviço: R$14,99
  • Custo por ponto: R$0,018

Considerando que o custo por ponto do iupp é de R$0,040 e da Livelo R$0,042 (com 40% off) ou R$0,035 (com 50% off), no cenário acima “fabricar” 800 pontos por R$14,99 continua sendo interessante.

Temos que considerar ainda que a movimentação anual de R$24.000 (R$2.000 x 12) pode facilitar na isenção ou redução da anuidade do cartão de crédito – além de ajudar no alcance de gastos mínimos pré-estipulados pelos bancos (como nas promoções Bateu, ganhou do Santander).

Contudo, devo dizer que se você – assim como eu – ficou estarrecido com a falta de aviso prévio em todos os reajustes feitos pelo RecargaPay ao longo do ano, vale repensar se é válido continuar assinando um serviço que não te oferece o mínimo de transparência.

Torço para que a empresa tenha aprendido com seus tropeços para que tenhamos um 2021 mais equilibrado.

Você pretende continuar assinando o RecargaPay?

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