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Resgates de Primeira – Passagem para a Oceania com milhas do TAP Miles&Go

Programas de fidelidade Resgates de Primeira

Por Raimundo Junior

Dando sequência ao quadro Resgates de Primeira, no qual estamos compartilhando com você, toda sexta-feira, um sweet spot, ou seja, aquele resgate de passagem ou reserva de hotel que oferece uma condição muito atrativa em relação ao custo-benefício envolvido, vamos mostrar uma ótima oportunidade de emissão de passagem para a Ocenania, com milhas do programa TAP Miles&Go.

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  1. O Resgate de Primeira
  2. Quanto custa essa emissão?
  3. Como fazer essa emissão?
  4. Como otimizar essa emissão?
  5. Quais companhias posso voar?
  6. Fatores a considerar
  7. Comentário

O Resgate de Primeira

Rota: América do Sul e Central x Oceania
Programa: TAP Miles&Go

Desde que começamos a série, já mostramos ótimos resgates para América do NorteEuropa, África e Ásia. Agora, vamos mostrar um Resgate de Primeira para o último continente que ainda não “visitamos”, a Oceania, usando milhas do programa TAP Miles&Go.

Vamos mostrar o resgate do trecho São Paulo para Sydney, na Austrália, com conexão em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, voando na Classe Executiva da Emirates. Esse é ótimo exemplo de uso eficiente de milhas para voar entre Brasil e Oceania, em Classe Executiva, utilizando as milhas do programa TAP Miles&Go.

Essa emissão é considera uma das melhores oportunidades do mercado, pelo fato de permitir viajar entre Brasil e Austrália, literamente do outro lado do globo, com dois voos ultralongos na excelente Classe Executiva da Emirates, pelo custo de apenas 130 mil milhas TAP Miles&Go.

E ainda deve ser considerado que, acaso você faça a emissão round-trip (ida e volta), além de ser permitideo voar até 6 trechos, você poderá fazer uma parada intermediária em um ponto de conexão (stopover), absolutamente sem custo adicional, o que a torna imbatível e incomparável com qualquer emissão paga.

Reforçamos aqui a informação de que a parada intermediária só é permitida nas passagens round-trip (de ida e volta). Em emissões one-way (apenas ida/volta), são permitidos até três trechos, mas sem paradas superiores a 23h59.

Além disso, o programa também permite fazer emissão com open-jaw, ou seja, um bilhete com retorno em cidade diferente de onde chegou. Assim, você pode emitir a ida para Sidney, e o retorno de outra cidade australiana, ou até mesmo de outro país do continente, como Nova Zelândia.

Outra questão que deve ser observada, no caso de você optar pela Emirates em emissão round-trip (ida e volta), é que não poderá combinar com outros parceiros da TAP. Como já mencionamos, nas emissões com parceiros biletarais, os voos só podem ser mesclados com a própria TAP.

Para saber todas as regras envolvidas nessa emissão, recomendo a leitura do nosso guia completo de como emitir passagens usando milhas do TAP Miles&Go.


Quanto custa essa emissão?

Apesar da última mudança de tabela de emissão com parceiros (quando o programa da TAP ainda se chamava Victoria), em que houve um aumento considerável do custo para alguns destinos, conforme noticiamos aqui no PP, a rota América do Sul – Oceania, manteve um ótimo patamar, cobrando apenas 260 mil milhas para a viagem de ida e volta (round-trip). Aumento de apenas 15 mil milhas (7,5 mil por direção).

Recentemente, após uma mudança no ano passado, quando o programa TAP Miles&Go passou a permitir emissões one-way (apenas ida/volta), a tabela começou a mostrar o valor por trecho, no caso, 130.000 milhas.

Com isso, é possível emitir passagens para voar do Brasil (ou qualquer outro país da América do Sul), para a Oceania, pagando apenas 130 mil milhas TAP Miles&Go por trecho.

No caso de emissão com a Emirates, é possível voar para a Austrália ou Nova Zelândia.

Caso a emissão seja com uma companhia da Star Alliance, em tese poderia ter outro destino, como as Ilhas Fiji, mas seria uma emissão que demandaria uma difícil combinação de vagas, pra que não fossem extrapalados os limites de três trechos one-way (só ida) ou 6 rount-trip (ida e volta).


Como fazer essa emissão?

  • Encontrando disponibilidade

Como padrão nas emissões utilizando pontos/milhas, a disponibilidade pode ser mais restrita, portanto, recomendamos que pesquise pelas datas disponíveis antes de proceder com a tentativa de resgate.

Especificamente acerca dessa emissão, as buscas estão ainda mais complicadas, em vista das severas restrições de voos internacionais impostas pelos governos de Austrália e Nova Zelândia, desde o início da crise sanitária.

No caso de se pretender realizar a emissão pra voar Emirates, e tendo em conta que o acervo award da companhia árabe não está aparecendo nas pesquisas do Expert Flyer, as alternativas são realizar presquisas nos sites da Copa Airlines, GOL e Qantas.

Para montar a viagem visando voar em companhias Star Alliance, a forma mais segura e eficiente de encontrar disponibilidades para emitir no TAP Miles&Go, é através da pesquisa utilizando o site da United Airlines.

Ainda assim, dadas as sérias dificuldades da malha internacional de Austrália e Nova Zelância, como dissemos acima, não está sendo mostrada disponibilidadede nas pesquisas diretas GRU-SYD (ou outro destino na Oceania).

A alternativa é buscar disponibilidades até a Ásia/América do Norte, e de lá realizar outra pesquisa para a Oceania. Quando ligar para fazer a emissão, pedir pra buscar os voos ponto-a-ponto. Provavelmente irá funcionar.

Outra maneira segura, mas um pouco mais restrita, porque demanda assinatura paga, é a busca por passagens saver award através do ExpertFlyer, conforme publicamos no nosso Guia Básico do ExpertFlyer.

  • Realizando a emissão

Quanto às emissões, entendemos que a forma mais eficiente e segura é através do call-center, embora não desconheçamos que há outras opções, porque essas modalidades acabam não refletindo, fielmente, o inventário disponível. A preferência pelo Call-Center, também, dá-se pela maior flexibilidade na montagem de viagens com conexões e parada intermediária.

Apesar disso, também seria possível realizar a emissão, ainda que de forma mais restrita e com menos flexibilidade, através do site do TAP Miles&Go. Essa informação somente é válida para as emisões com parceiros Star Alliance.

Portanto, se a escolha for realizar o resgate para voar com a Emirates, o call-center é o único meio disponível.

Além disso, em face das restrições acima comentadas, o sistema não está tarifando a rota Brasil-Oceania, mesmo nas pesquisas com companhias Star Alliance, o que também obriga a utlizar a ligação para a central.

Para fazer a a emissão pela Emirates, o primeiro passo é a consulta em um dos sites de programas parceiros, como Qantas, Copa Airlines e Smiles.

Até essa pesquisa está mais complexa que de costume, em função das restrições aqui já comentadas. Para cobrir GRU-DXB-SYD, somente conseguimos encontrar disponibilidade combinando sites parceiros, como mostramos abaixo:

No trecho São Paulo – Dubai, conseguimos encontrar disponibilidade no smiles e confirmar no site da Qantas, o que dá uma maior segurança de que não se trata de “dispobilidade fantasma”.

Já em relação ao segundo segmento, apenas o site da Copa está mostrando voos.

Imaginamos que as dificuldades em relação ao segundo trecho Dubai-Sydney, seja apenas por conta das restrição de viajem impostas pela Austrália, e que voltem a ser apresentadas normalmente em outros sites, após a melhora do quadro. Mostrar apenas no site da Copa é algo que não inspira muita confiança, porque o Connectmiles é conhecido por mostrar vagas que não se confirmam no call-center do TAP Miles&Go. De todo modo, incluímos no post, apenas para demonstrar que há aeronaves operando a rota e que, quando a situação melhorar, o resgate é plenamente viável.

A propósito, os valores mostrados em ambas as pesquisas acima devem ser desconsiderados, já que a tarifação do Miles&Go é outra, cobrando o valor fixo de 130 mil milhas por bilhete one-way (ida).

Muito provavelmente, ao ligar para o call-center do TAP Miles&Go, o atendente conseguirá encontrar a mesma disponibilidade e, então, realizar a emissão.

E o melhor de tudo é que desde junho de 2020, não incide Taxa de Combustível (YQ), nas emissões award com a Emirates, através do programa TAP Miles&Go.

O único ponto negativo, no momento, é que a Emirates não está operando a rota Brasil – Dubai com o A380. Acaso consiga emitir, o mais certo é voar na aeronava apenas no segundo trecho.

Continuamos torcendo acreditando, contudo, que assim que melhore o tráfego de passageiros, a Emirates volte a escalar o equipamento na rota para São Paulo.

E além da Emirates, também é possível realizar a viagem com outros parceiros do TAP Miles&Go, como Lufthasa, Swiss, ANA (All Nippon Airways), Air New Zeleand, Thai Airways, Air Canada, United, Ethiopian ou Turkish, etc, inclusive em voos combinados dentre os parceiros Star Alliance.

Apesar das dificuldades de encontrar vagas no momento, conseguimos montar dois roteiros alternativos muito interessantes, para que você tenha uma melhor visão sobre as possibilidades desse resgate.

Na primeira hipótese, montamos no ExpertFlyer (veja nosso Guia Básico do ExpertFler) a viagem no sentido leste, voando pela Europa. Nessa opção, encontramos vagas para voar na Classe Executiva da SWISS de São Paulo para Zurique e de lá para Tóquio. Na sequência, você voaria na excelente Classe Executiva da ANA – All Nippon Airways entre Tóquio e Sydney.

O segundo roteiro alternativo seria voando no sentido oeste, pelos Estados Unidos. Essa rota poderia começar com o voo GRU-ORD pela United, já que todos os voos para Chicago estão sendo operados por aeronaves equipadas com a nova Classe Executiva Polaris. Na sequência, você voaria na Classe Executiva da ANA – All Nippon Airways, prestigiada companhia japonesa, nos dois trechos finais: Chicago – Tóquio e depois Tóquio Sydney.

E o mais interessante dessa rota alternativa, é que com ela, acaso você resolva fazer uma emissão round-trip (ida e volta), você pode mesclar a ida por uma dessas opções e a volta pela outra (invertida). Com isso, na prática você estaria fazendo uma RTW (Volta ao Mundo), inclusive podendo fazer o stopover em qualquer uma das conexões citadas nos dois roteiros. Seriam efetivamente duas paradas (destino e stopover), mas tecnicamente seria, sim, uma volta ao mundo. E, sem dúvida, a mais barata de todas as opções disponíveis.

Caso planeje fazer isso, atente para o fato de que a SWISS cobra pesada taxa YQ (combustível), nos voos que não partem do Brasil. Assim, recomendamos que emita o trecho inicial pela Europa, fazendo a RT (mini-RTW, digamos assim), no sentido leste. Com isso, você evitar pagar taxa de combustível.

Por fim, devemos dizer que, independentemente de qual companhia voar, ou se você vai emitir ida e volta (round trip), com direito a parada intermediária (stopover), RT com ida e volta no mesmo sentido (mini-RTW), ou mesmo one-way (apenas ida/volta), não há dúvidas que é um excelente uso de milhas do programa TAP Miles&Go.


Como otimizar essa emissão?

Essa é mais uma ótima emissão, mas para tirar o proveito devido, é necessário aproveitar o empilhamento de algumas oportunidades, o que nossos paranauês daqui do PP te ajudam a realizar.

  • Transferência de pontos

Diversos programas de fidelidade de instituições financeiras/cartões de crédito nacionais, transferem para o TAP Miles&Go, como o iupp, Caixa, Porto Seguro e outros bancos.

Entretanto, como nossos leitores sabem, o meio mais comum de reforçar o estoque no programa português, é transferir pontos da Livelo para o TAP Miles&Go, cuja taxa de transferência é de 1:1.

Passagem milhas TAP Miles&Go

  • Compra de pontos

Como o programa oferece a possibilidade de assinar um de seus clubes ou comprar pontos, é possível potencializar bastante o acúmulo. Como se vê abaixo, o preço padrão do milheiro de pontos Livelo é R$ 70,00.

Simplesmente comprar 130.000 pontos Livelo e enviar para o TAP Miles&Go, significaria um custo de emissão de R$ 9.100,00 para o bilhete one-way (ida), o que não teria nada de excepcional em relação à compra de uma passagem pagante, aproveitando alguma promoção.

  • Compra de pontos com desconto

O que realmente torna essa emissão fantástica – e outras emissões do TAP Miles&Go, aceitáveis – são as promoções de venda de pontos com desconto, associadas a campanhas de transferências bonificadas. Ademais, os assinantes do Clube Livelo possuem o benefício de compra de pontos com 40% de desconto, regularmente.

Como mostra a imagem abaixo, a Livelo vende pontos com 40% de desconto para assinantes do seu clube, o que traz o custo do milheiro para aceitáveis R$42,00.

Nesse patamar, a coisa começa a fazer sentido: 130.000 pontos livelo a R$ 42,00 o milheiro, já reduziria o custo da emissão para R$ 5.460,00 (+taxas), um valor já razoável para uma longa viagem em Classe Executiva. Mas, a coisa ainda pode ficar muito melhor!

Para que essa brincadeira, de fato, “tenha graça”, é preciso associar a comprar de pontos Livelo com desconto, com uma das boas campanhas de envio desses pontos para o programa TAP Miles & Go, com bônus.

  • Transferência com bônus

Essa tem sido a modalidade mais comum de transferência nos últimos anos, em que tem sido possível transferir pontos Livelo para o programa TAP Miles&Go, com bônus entre 80% e 126% (até mais, em algumas oportunidades). A propósito, nesse mês de aniversário de 76 anos do programa TAP Miles&Go, já foram feitas diversas promoções em que o programa ofereceu até 126% de bônus.

Com esse excelente bônus, quem comprou pontos Livelo com 40% de desconto e aproveitou a promoção dos 126% de bônus de transferência, teve um inacreditável custo do milheiro no TAP Miles&Go a R$18,58, ou incríveis R$ 2.415,00 + taxas, para as 130.000 milhas necessários para a emissão one-way (ida), em Classe Executiva entre Brasil e Oceania.

Mesmo que levemos em consideração os bônus médios das promoções de transferências feitas pelo Miles&Go, de cerca de 100%, precisaríamos investir cerca de R$ 2.730,00 para comprar essas 130 mil milhas necessárias para o resgate, o que é ainda excepcional, considerando os voos envolvidos.


Quais companhias posso voar?

  • Companhias da Star Alliance

Como a TAP é membro da aliança global Star Alliance, a emissão pode ser feita para voar em qualquer das companhias membros da aliança, ao custo fixo de 130 mil milhas TAP Miles&Go (one-way), que operem voos entre a América do Sul e Oceania, inclusive de forma combinada (mesclando trechos em companhias diversas).

Como estamos falando de uma viagem entre o Brasil e a Oceania, em teoria, a emissão pode ser realizada para voar em praticamente todas as companhias acima listadas, vez que não há voos diretos, e voando pela Europa ou Estados Unidos, a partir do segundo trecho é possível combinar voos com todas as empresas que compõem a aliança global Star Alliance. Apesar disso, algumas dessas apresentam raras disponibilidades em Classe Executiva para parceiros, a exemplo de Singapore e Air New Zealand.

Aliás, a Air New Zealand seria uma das melhores opções para nós brasileiros, uma vez que, até pouco antes da pandemia, operava um voo para Buenos Aires, ligando direto a América do Sul à Oceania. Na prática, contudo, as vagas eram raríssimas para os programas parceiros.

  • Outras companhias parceiras

Ainda é possível, em tese, emitir bilhetes utilizando milhas M&G, para voar nas companhias que mantêm parceria bilateral com a TAP, que são as mostradas no quadro abaixo:

Contudo, como não é permitido mesclar voos com essas companhias entre si, tampouco com os parceiros Star Alliance, vemos que apenas a Emirates é elegível para o resgate, já que tanto voa do Brasil para Dubai, quanto de lá para a Ocenania.

Com isso, vamos mostrar as cabines em que você poderá realizar seus voos entre Brasil e Oceania, conforme as simulações feitas acima.

  • Cabine da Classe Executiva da Emirates

Emirates será mostrada em primeiro lugar, porque além de ser uma companhia aérea premium, tem os voos mais covenientes da rota, com apenas uma conexão em Dubai.

Cabine da Classe Executiva da Emirates no Airbus A380

O ponto negativo é que, no momento, a Emirates retirou o A380 da rota para São Paulo. Acreditamos, contudo, que assim que haja uma retomada satisfatória da demanda, o super jumbo volte a ser escalado. De todo modo, o trecho para Sydney já está agendado para ser operado com essa aeronave.

E voando no A380, você ainda tem acesso ao maravilho lounge-bar que serve à Primeira Classe e à Classe Executiva, onde poderá ir tomar um aperitivo e espairecer um pouco, dado que a a viagem demanda dois voos ultra-longos.

emirates

Lounge-bar no upper-deck do Airbus A380

  • Cabine da Classe Executiva da SWISS

Os voos de São Paulo para Zurique e de lá para Tóquio, são operados no B777-300ER, cuja cabine de Classe Executiva já avaliamos aqui no site. Além disso, a empresa suíça tem um catering de alto padrão, como mostramos recentemente no post: conheça as novas iguarias gastronômicas do serviço de bordo da SWISS.

Classe Executiva da Swiss no B777-300ER – Zurich para São Paulo

  • Cabine da Classe Executiva da ANA

Na primeira opção de voos alternativos, o trecho final entre Tóquio e Sydney é operado no B787-9, que tem a seguinte cabine de Classe Executiva:

Cabine de Classe Executiva da ANA – All Nippon Airways no Boeing 787-9

  • Cabine da Classe Executiva da United

Na segunda alternativa, os voos seguem pelos Estados Unidos e são operados pela United e ANA – All Nipon Airways.

No primeiro trecho, como dissemos, a rota GRU-ORD foi restabelecida recentemente, sendo operada exclusivamente com modelos equipados com a nova Classe Executiva Polaris (Boeing 777-300ER retrofitados e Boeing 777-200ER entregues com essa nova cabine).

Nova Classe Executiva United Polaris

  • Cabine da Classe Executiva da ANA

Os dois últimos voos dessa simulação, são realizados pela ANA – All Nipon Airways. O primeiro, entre Chicago e Tóquio, é operado pelo Boeing 777-300ER, que pode ter a boa cabine antiga, ou mesmo a espetacular nova Classe Executiva The Room, considerada por muitos como tão excepcional quanto a premiada Qsuite, da Qatar Airways.

ana the room

Nova Classe Executiva The Room, da ANA – All Nippon Airways

A cabine antiga do B777, embora não seja idêntica, não difere muito das características da mostrada antes, do Dreamliner, que faz a rota Tóquio para Sydney.

Como você pode ver, além da possibilidade de cutir dois voos longos na ótima Classe Exetuvida da Emirates, ainda tem alternativas de realizar a viagem em outras cabines bastante diferenciadas, com alto padrão de serviço, luxo e conforto. E tudo isso por apenas 130 mil milhas TAP Miles&Go.

Não há dúvida, portanto, que estamos diante de um Resgate de Primeira!


Fatores a considerar

  • Pouca disponibilidade: tomando com base o quadro pré-pandemia, a emissão em companhias como Emirates e United eram bem limitadas, dada a liberação de poucas vagas, por essas empresas, para os programas de fidelidade parceiros. Atualmente, dadas as restrições de voo, tem havido maior disponibilidade. Mas, não se engane, tão logo as restrições sejam levantadas, é muito provável que as vagas voltem a ser escassas. Considere, então, esse fator, antes de investir nessa emissão;
  • Cobrança de taxa de combustível (YQ) pela SWISS: conforme mostramos nessa matéria, infelizmente a SWISS cobra a famigerada taxa de combustível nas emissões com o TAP Miles&Go que não iniciam no Brasil, o que acaba anulando boa parte da vantagem da emissão. Então, caso pretenda usar a companhia suíça para o retorno, em emissão one-way, esteja preparado para a cobrança dessa taxa. Atente também para o fato de que a Emirates cobrava uma das mais altas taxas de combustível do mercado, tendo deixado de cobrar em junho de 2020, durante a pandemia, portanto. Esperamos que não volte a cobrar, mas não temos segurança absoluta quanto a isso;
  • Rigidez das medidas adotadas por Austrália e Nova Zelândia: Antes de fazer a emissão, esteja ciente de que as fronteiras de Austrália e Nova Zelândia estão fechadas para viajantes estrangeiros, e deverão continuar, pelo menos, até fins de outubro, data a partir da qual a companhia aérea Qantas iniciou a venda bilhetes, o que dá um indício de que até lá, não deve haver reabertura.
  • Bônus de transferência levam em conta os clientes que assinam os clubes da Livelo e TAP, simultaneamente: Os percentuais de bônus considerados na matéria, são os concedidos a quem assina, simultaneamente, os clubes da TAP e Livelo. Por isso, recomendamos ler nossos posts sobre o Club TAP Miles&Go e sobre o Clube Livelo.
  • O custo pode ser ainda menor: Os valores usados como referência podem ser ainda menores, acaso você seja assinante de um dos Clubes Livelo antigos, em que o milheiro tem custo por volta de R$ 32,50. Nesse contexto, aproveitando uma transferência bonificada de 100%, o custo das 130 mil milhas TAP Miles & Go, cairá para R$ 2.112,50, o que é surreal. Além disso, há promoções em que a Livelo oferece 50% de desconto na compra de pontos, tornando os valores mais atrativos, também.

Comentário

Esse é mais um bom exemplo das dezenas de boas oportunidades de emissões que temos a explorar no nosso microcosmos de milhas e pontos, como falamos no post inicial dessa série semanal.

Esteja certo que teremos incontáveis encontros nas próximas sextas-feiras, pois há muitas emissões interessantes a mostrar.

Como dito no início da série, optamos por abordar apenas uma boa emissão por semana, mas oferecendo todas as informações que você precisa saber para tirar proveito da oportunidade, inclusive todos os pros e contras que se aplicam a essa emissão.

Com o resgate de hoje para a Oceania, completamos a primeira parte da série, que seria mostrar resgates para cada um dos continentes, usando a menor quantidade de milhas possível para voar em Classe Executiva. Tivemos Estados Unidos por 50 mil milhas TAP Miles&Go, Europa por 42,5 mil avios do Iberia Plus, África, por 84 mil pontos LATAM Pass e Ásia, por 102 mil avios do Iberia Plus. Hoje, falamos do ótimo resgate para a Oceania, usando 130 mil milhas TAP Miles&Go.

E você, já conseguiu aproveitar essa excelente emissão do programa TAP Miles&Go?

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