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Resgates de Primeira – Passagem da Cidade do Cabo para Bangkok com milhas do TAP Miles&Go

Programas de fidelidade Resgates de Primeira

Por Raimundo Junior

Como você vem acompanhando nas últimas semanas, nessa quarta fase da série Resgates de Primeira, estamos mostrando voos que tragam alguma característica especial, quer de preço, cabine ou rota diferenciada, que mereça o nosso registro. No resgate de hoje, encontramos uma emissão “comum” entre África e Ásia, com o diferencial de ter o primero trecho operado pela South African Airways, o que demonstra que a companhia aérea já voltou a permitir o resgate com os parceiros Star Alliance. Por isso, o que temos no cardápio hoje é: Resgates de Primeira – Passagem da Cidade do Cabo (África do Sul), para Bangkok (Tailândia), com milhas do TAP Miles&Go.

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  1. O Resgate de Primeira
  2. Quanto custa essa emissão?
  3. Como fazer essa emissão?
  4. Como otimizar essa emissão?
  5. Quais companhias posso voar?
  6. Fatores a considerar
  7. Comentário

O Resgate de Primeira

Rota: Cape Town – Joanesburgo – Adis Abeba x Bangkok
Programa: TAP Miles&Go

Para quem não vem acompanhando, nas primeiras duas fases da série Resgates de Primeira, mostramos ótimos resgates para voar em Classe Executiva para todos os continentes. Na terceira fase, mostramos Resgates de Primeira para voar em Primeira Classe, item cada da vez mais raro no mundo da aviação, especialmente para viajar utilizando milhas e pontos.

Nessa última, voltamos a mostrar o resgate de viagens em Classe Executiva que apresentem custo x benefício acima da média, ou tenha alguma característica especial. Por isso, hoje aproveitamos para mostrar uma viagem de Cape Town (África do Sul) para Bangkok (Tailânda), mesclando a Classe Executiva da South African Airways com Ethiopian Airways.

Antes que você pergunte qual característica diferenciada tem esse voo, pra merecer estar no Resgate de Primeira, peço que recorde do que se passou com a South African Airways nos últmos tempos, sobretudo desde que apresentou Pedido de Recuperação Judicial, em 2019, em delicada situação financeiras, que se agravou progressivamente, até levar à suspensão completa de suas atividades no primeiro semestre do ano passado, depois que o governo da África do Sul resolveu deixar de aportar vultosas quantias, para cobrir os prejuízos operacionais da companhia aérea, então sob controle estatal.

Esse ano, contudo, houve uma reviravolta na situação da empresa, depois que foi feito um acordo com o fundo de investimentos Takatso, para adquirir 51% das ações da companhia, deixando, assim, de ter controle estatal. Com isso, houve a recente retomada das operações da companhia, como mostramos aqui no PP.

Basicamente, são operações domésticas e regionais, mas aponta para a retomada da excelente conetividade que a companhia costumava oferecer para o continente africano.

Embora operando inicialmente apenas 8 aeronaves – a maioria aviões pequenos, de corredor único – ver o retorno da companhia aos resgates Star Alliance, é algo animador.

Registre-se que o voo que escolhemos para o resgate, não é o mais rápido ou adequado dos parceiros Star Alliance para a rota, pois há opções mais eficientes, em termos de conexão, para ir de Cape Town a Bangkok. Com a própria Ethiopian, há vaga para o voo de conexão única em Adis Abeba, ou com a Turkish Airlines, conectando em Istambul. Também é possível voar com a Emirates, que é parceira bileteral do TAP Miles&Go, com uma única conexão em Dubai.

A escolha desse voo, contudo, foi justamente para demonstrar que já está sendo possível incluir a South African Airways, nos resgates do TAP Miles&Go, com parceiros Star Alliance. Nesse momento inicial, em que a companhia sulafricana ainda opera poucas rotas, o impacto pode até ser pouco sentido, mas com a retomada de mais rotas para a África, isso pode abrir um grande leque de possibilidades para alcançar outros destinos naquele continente.

Essa emissão é considerada uma das melhores oportunidades do mercado, pelo fato de permitir viajar entre África Austral (Meridional) e Ásia, em Classe Executiva, pelo custo de apenas 50 mil milhas TAP Miles&Go (100 mil milhas, para ida e volta).

E ainda deve ser considerado que, acaso você faça a emissão round-trip (ida e volta), além de ser permitido voar até 6 trechos, você poderá fazer uma parada intermediária em um ponto de conexão (stopover), absolutamente sem custo adicional, o que a torna imbatível e incomparável com qualquer emissão paga.

Reforçamos aqui a informação de que a parada intermediária só é permitida nas passagens round-trip (de ida e volta). Em emissões one-way (apenas ida/volta), são permitidos até três trechos, mas sem paradas superiores a 23h59.

Além disso, o programa também permite fazer emissão com open-jaw, ou seja, um bilhete com retorno em cidade diferente de onde chegou. Assim, você pode emitir a ida para a Tailândia e o retorno de outra cidade qualquer do continente, como Singapura ou Tóquio.

Para saber todas as regras envolvidas nessa emissão, recomendo a leitura do nosso guia completo de como emitir passagens usando milhas do TAP Miles&Go.


Quanto custa essa emissão?

Apesar da última mudança de tabela de emissão com parceiros (quando o programa da TAP ainda se chamava Victoria), em que houve um aumento considerável do custo para alguns destinos, conforme noticiamos aqui no PP, a rota África Austral (Meridional) – Ásia, manteve um ótimo patamar, cobrando apenas 100 mil milhas para a viagem de ida e volta (round-trip).

Recentemente, após uma mudança no ano passado, quando o programa TAP Miles&Go passou a permitir emissões one-way (apenas ida/volta), a tabela começou a mostrar o valor por trecho, no caso, 50.000 milhas.

Com isso, é possível emitir passagens para voar da África do Sul (ou qualquer outro país da África Austral), para a Ásia, pagando apenas 50 mil milhas TAP Miles&Go por trecho.

Lembrando que, além de voar com os parceiros Star Alliance, ainda é possível fazer esse resgate para viajar na Classse Executiva da Emirates, em que terá uma excelente experiência de voo.

Dentre os parceiros Star Alliance, destacaria o resgate com a Turkish, pela excelência do serviço, especialmente o catering, além do excepcional Vip Lounge no Aeroporto Internacional de Istambul, que poderia ser acessado na conexão.

Esteja ciente, entretanto, que se voar com companhias como Emirates e Turkish, além de outras não citadas aqui, como Lufthansa, SWISS ou EgyptAir, será cobrada taxa de combustível. Destaque para a taxa elevadíssima cobrada pela Turkish, Lufthansa e SWISS, o que é um balde de água fria, tornando essas companhias, opções pouco recomendáveis.

A Singapore, por outro lado, embora continue voando pra Joanesburgo, não tem disponibilizado vagas em cabine premium para parceiros, nos voos de longo curso. Isso inviabiliza aquela que seria uma das melhores opções para a rota, inclusive pela ótima Classe Executiva que equipa o A350-900 usado na viagem. Por outro lado, Thai Airways, que costumava voar para Joanesburgo, não aparece nas pesquisas até o fim do calendário, mesmo para passagens pagantes.

Como opção viável, então, em termos de custo x benefício, teríamos a Ethiopian Airlines, fazendo conexão em Addis Ababa – ou com as duas conexões mostradas aqui: JNB e ADD. Não é sonho de consumo dos viajantes, mas tem uma cabine executiva bem razoável, tanto no A359, que faz o trecho JNB-ADD, quanto no B787-8, usado no trecho ADD-BKK.


Como fazer essa emissão?

  • Encontrando disponibilidade

Como padrão nas emissões utilizando pontos/milhas, a disponibilidade pode ser mais restrita, portanto, recomendamos que pesquise pelas datas disponíveis antes de proceder com a tentativa de resgate.

Para montar a viagem visando voar em companhias Star Alliance, como o exemplo usado neste post,  a forma mais segura e eficiente de encontrar disponibilidades para emitir no TAP Miles&Go, é através da pesquisa utilizando o site da United Airlines, ou no site da própria TAP, que passou a mostrar opções de resgates com os parceiros Star Alliance, que foi a opção utilizada para a matéria.

No caso de se pretender realizar a emissão pra voar Emirates, e tendo em conta que o acervo award da companhia árabe não está aparecendo nas pesquisas do ExpertFlyer, as alternativas são realizar presquisas nos sites da Copa Airlines, GOL e Qantas.

Outra maneira segura, mas um pouco mais restrita, porque demanda assinatura paga, é a busca por passagens saver award através do ExpertFlyer, conforme publicamos nos nossos Guia Básico do ExpertFlyer e Guia Avançado do ExpertFlyer.

  • Realizando a emissão

Esse resgate é para ser completado, em teoria, 100% on-line.

Lamentavelmente, o site do TAP Miles&Go tem apresentado muitas inconsistências técnicas, o que tem tornado o resgate on-line muito difícil, quando não inviável. Em situações tais, acaba sobrando a opção do call-center, que também está sofrível, com muitos relatos de tentativas frustradas de ligar para o programa e conseguir finalizar esse resgate.

Aliás, em condições normais – nunca foi fácil falar com a central, mas não era uma missão “quase” impossível, como tem sido atualmente – o call-center sempre foi a minha preferência, pela maior flexibilidade na montagem de viagens com conexões e parada intermediária.

No nosso resgate de hoje, conseguimos montar os voos pelo próprio site do TAP Miles&Go, como mostra a imagem abaixo:

Embora a aérea etíope não cobre qualquer taxa adicional, o que dá um excelente custo final ao resgate, nessa opção que envolve o voo interno com a South African, está sendo cobrado o valor em torno de 423 reais, de YQ. Para ilustrar, vamos mostrar o detalhamento de taxas, em ambos os voos:

  • Opção 1
  • CPT-JNB-ADD-BKK (1º trecho CPT-JNB com a SAA)

  • Opção 2
  • CPT-ADD-BKK (todos os voos com a Ethiopian)

Por isso reforçamos o que dissemos acima: só escolhemos o trecho com o primeiro voo interno com a SAA, para mostrar que o site do TAP Miles&Go, já está montando viagens com a companhia sulafricana. Acaso fóssemos efetivamente emitir bilhetes, a opção, sem dúvida, seria nos voos operados apenas pela ET, com uma só escala. Aliás, a opção pessoal desse editor seria, provavelmente, o resgate com o parceiro bileteral Emirates, que apesar de ter voltado a cobrar YQ, tem um valor até aceitável para essa rota.

Vale lembrar, ainda, que acaso a emissão seja feita com SWISS, Lufthansa, EgyptAir ou Turkish, o valor final não seria nada atrativo, dada a cobrança de pesada taxa YQ (combustível).

Por fim, devemos dizer que, independentemente de qual companhia voar, ou se você vai emitir ida e volta (round trip), com direito a parada intermediária (stopover), ou apenas one-way (apenas ida/volta), esse é um excelente uso de milhas do programa TAP Miles&Go. Diria que é, muito provavelmente, o resgate que dá a maior potência às milhas TAP Miles&Go, sobretudo se conseguir fazer os dois voos sem o pagamento de taxa de combustível (YQ), como acontece com os voos com a Ethiopian.


Como otimizar essa emissão?

Essa é mais uma ótima emissão, mas para tirar o proveito devido, é necessário aproveitar o empilhamento de algumas oportunidades, o que nossos paranauês daqui do PP te ajudam a realizar.

  • Transferência com bônus

Essa tem sido a modalidade mais comum de transferência nos últimos anos, em que tem sido possível transferir pontos da Livelo, ou outros programas brasileiros vinculados a instituições financeiras/cartões de crédito, para o programa TAP Miles&Go, com bônus que chegam a superar os 100%. A propósito, no último mês de agosto, foi realizada campanha de transferência bonificada entre Livelo e TAP Miles&Go, cujos bônus chegavam até 110% (assinantes dos clubes Livelo e TAP Miles&Go, simultaneamente).

Com esse excelente bônus, quem comprou pontos Livelo com 40% de desconto – padrão para os assinantes do clube – e aproveitou a promoção dos 110% de bônus de transferência, teve um ótimo  custo do milheiro no TAP Miles&Go a R$20, ou incríveis R$ 1.000 + taxas, para as 50.000 milhas necessários para a emissão one-way (ida), em Classe Executiva entre África Austral e Ásia.

Mesmo que levemos em consideração os bônus médios das promoções de transferências feitas pelo Miles&Go, de cerca de 100%, precisaríamos investir cerca de R$ 1.050,00 para comprar essas 50 mil milhas necessárias para o resgate, o que é pra lá de excepcional, também, considerando os voos envolvidos.

Esse é um valor excepcional, dado que o bilhete pagante é tarifado por cerca de R$ 14,4 mil.

O custo de geração de milhas, como visto, é inferior a 10% do valor pagante para o mesmo voo.


Quais companhias posso voar?

  • Companhias da Star Alliance

Como a TAP é membro da aliança global Star Alliance, a emissão pode ser feita para voar em diversas companhias membros da aliança, ao custo fixo de 50 mil milhas TAP Miles&Go (one-way), que operem voos entre a África e Ásia, inclusive de forma combinada (mesclando trechos em companhias diversas).

Como estamos falando de uma viagem entre a África do Sul e Ásia, em teoria, a emissão pode ser realizada para voar com SWISS, Lufthansa, Singapore, Thai Airways, ANA – All Nippon Airways, Egyptair, Turkish e Ethiopian. Contudo, a redução de rotas, não disponibilização de vagas em cabine premium e/ou a cobrança de valores insanos de taxa de combustível, tornam racional e viável apenas a emissão pela Ethiopian (ou ET + SAA), como mencionamos.

  • Outras companhias parceiras

Ainda é possível, em tese, emitir bilhetes utilizando milhas M&G, para voar nas companhias que mantêm parceria bilateral com a TAP, que são as mostradas no quadro abaixo:

Contudo, como não é permitido mesclar voos com essas companhias entre si, tampouco com os parceiros Star Alliance, vemos que apenas a Emirates é elegível para o resgate, já que tanto voa da África do Sul para Dubai, quanto de lá para Bangkok.

Com isso, vamos mostrar as cabines em que você poderá realizar seus voos entre Cape Town e Bangkok.

  • Cabine da Classe Executiva da Ethiopian

Os voos de Cape Town para Addis Ababa e de lá para Singapura, são operados no A350-900 e B787 Dreamliner, respectivamente, sendo que deste último, já avaliamos a cabine de Classe Executiva aqui no site.

Ambas as aeronaves podem contar, ou não, com a nova cabine, sendo que a nova tem layout 1-2-1.

Portanto, a opção de voar Ethiopian, embora não seja a viagem dos sonhos, é longe de ser um mal negócio, dado o valor incrivelmente baixo do resgate, levando em consideração dois trechos em Classe Executiva, associado à não cobrança de sobretaxas (YQ).

Apesar disso, não escondemos que voar com a Emirates seria uma opção tentadora, a despeito da companhia ter voltado a cobrar a indesejada Taxa de Combustível.

  • Cabine da Classe Executiva da Emirates

Apesar da Emirates voltar a operar com o A380 para Joanesburgo, a partir do próximo domingo (31/10), não há previsão de utilizar a aeronava nos voos para Cape Town, de modo que ambos os voos são cumpridos no Boeing 777, cuja nova cabine é mostrada na imagem abaixo.

Nova Classe Executiva da Emirates no B777

Leve em conta, entretanto, que mesmo que as aeronaves utilizadas pela companhia etíope não sejam as equipadas com as novas cabines, tanto o A350-900, quanto o B787-8, possuem assentos full-flat bed, ao contrário da Emirates nos B777 equipados com a cabine antiga, o que reduz bastante a desvantagem da ET nesse resgate.


Fatores a considerar

  • South African Airways “recomeça” com malha reduzida: apesar de escolhermos esse resgate para demonstrar que a SAA voltou a aparecer nas disponiblidades para emisão pelos parceiros Star Alliance, tenha em mente que a companhia está praticamente recomeçando do zero, com poucas aeronaves e malha bastante limitada. Nos tempos áureos, era possível usar a companhia para cruzar todos os continentes, além de chegar aos mais longínquos rincões do continente africano. Atualmente, as 8 aeronaves da companhia operam basicamente voos domésticos e limitadas rotas regionais, como Accra (Ghana), Kinshasa (Congo), Harare (Zimbábwe), Lusaka (Zâmbia) e Maputo (Moçambique). Apesar disso, é de se esperar que haja uma retomada gradual das rotas regionais, sobretudo, o que pode ser uma excelente opção para chegar a outros destinos africanos, utilizando os bons resgates  do TAP Miles&Go entre Brasil e África. Uma ótima hipótese, por exemplo, seria GRU-FRA-JNB (na Primeira Classe da Lufthansa) + JNB-TNR (na Classe Executiva da SAA), acaso a companhia retome os voos para a Ilha de Madagascar;
  • Cobrança de taxa de combustível (YQ) pela maioria das companhias Star Alliance que operam a rota: conforme mostramos nessa matéria, infelizmente a maioria das companhias Star Alliance que voam de/para a África do Sul, cobram a famigerada taxa de combustível nas emissões com o TAP Miles&Go, o que acaba anulando boa parte da vantagem da emissão. Atente também para o fato de que a Emirates voltou a cobrar a taxa, embora não tão alta nessa rota mostrada. Por ora, a Ethiopian Airlines é a tábua de salvação, acaso você não abra mão de fugir da taxa;
  • Reabertura gradual da Tailândia: embora o resgate seja simulado para o mês de março de 2022, lembre que a Tailândia, que levantou parte das duras medidas para a visitação, em função da pandemia do Coronavírus, ainda não é um país que aceite visitantes vacinados sem problemas. Embora a partir do dia 01 desse mês de outubro, tenha passado a exigir uma “quarentena ligth“, os visitantes completamente vacinados (e testados), ainda precisam passar os 7 primeiros dias com circulação limitadas às províncias selecionadas, hospedados em hotéis escolhidos pelo governo. Apenas após o resultado negativo do teste PCR realizada no sexto dia, é que estarão liberandos para circular livremente pelo país;
  • Bônus de transferência levam em conta os clientes que assinam os clubes da Livelo e TAP, simultaneamente: os percentuais de bônus considerados na matéria, são os concedidos a quem assina, simultaneamente, os clubes da TAP e Livelo. Por isso, recomendamos ler nossos posts sobre o Club TAP Miles&Go e sobre o Clube Livelo.
  • O custo pode ser ainda menor: os valores usados como referência podem ser ainda menores, acaso você seja assinante de um dos Clubes Livelo antigos, em que o milheiro tem custo por volta de R$ 32,50. Nesse contexto, aproveitando uma transferência bonificada de 100%, o custo das 50 mil milhas TAP Miles & Go, cairá para R$ 812,50, o que é surreal. Além disso, há promoções em que a Livelo oferece 50% de desconto na compra de pontos, tornando os valores bastante atrativos, também.

Comentário

Esse é mais um bom exemplo das dezenas de boas oportunidades de emissões que temos a explorar no nosso microcosmos de milhas e pontos, como falamos no post inicial dessa série semanal.

Esteja certo que teremos incontáveis encontros nas próximas sextas-feiras, pois há muitas emissões interessantes a mostrar.

Como dito no início da série, optamos por abordar apenas uma boa emissão por semana, mas oferecendo todas as informações que você precisa saber para tirar proveito da oportunidade, inclusive todos os pros e contras que se aplicam a essa emissão.

Confirmado que o TAP Miles&Go já está resgatando bilhetes award para voar na SAA, inclusive em cabine premium, aumentamos a torcida para que a companhia tenha rápida retomada das suas rotas originais, o que agregará ainda mais valor às milhas do programa lusitano.

E você, já conseguiu aproveitar essa excelente emissão do programa TAP Miles&Go?


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